Numa espécie de lição de ecumenismo semelhante àquela que já havia proferido há cinco anos atrás – mas desta vez no Porto – o Presidente da República, que tomou posse esta terça-feira para o seu segundo mandato, pediu a todos “o respeito pela liberdade e portanto pela diversidade”, que é não só uma das palavras de (quase) todas as religiões, mas um dos capítulos mais importantes da Constituição. "Respeitem a liberdade, não a queiram limitar com as opções pessoais", disse.