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Em Portugal, o desemprego subiu para 7,1% em janeiro, mas na zona euro e na União Europeia estabilizou em 6,7% e 6,1%, respetivamente. Já só há quatro países europeus com taxas mais elevadas do que a portuguesa: Espanha, Itália, Chipre e Suécia.
A energia já não e o principal motor do fenómeno, tendo sido ultrapassada pelos bens alimentares não transformados, que apresentam agora a maior pressão nos preços.
Empresa do grupo EDP prevê EBITDA de 3 mil milhões de euros até 2026, com um resultado líquido recorrente de 900 milhões de euros, o que será um crescimento médio anual de 9% neste período. A empresa promete manter um “balanço sólido”, com um rácio de dívida líquida sobre o EBITDA de 3,2 vezes em 2026 e uma nova política de dividendos, com um payout de entre 30% a 50%.
Os trabalhadores da CP deram início na segunda-feira a mais greves, com a transportadora a alertar para “fortes perturbações” até hoje, num protesto pelo impasse nas negociações salariais que também envolve a Infraestruturas de Portugal (IP).
A greve foi anunciada pelo secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que integra a plataforma, durante a manifestação em Lisboa no dia 11 de fevereiro.
O Plano de Negócios da empresa para os anos 2023-2026, que será apresentado esta quinta-feira em Londres, prevê um investimento de cerca de 20 mil milhões de euros no reforço da sua capacidade de energia renovável em 17 GW.
Em cima da mesa estão propostas do PCP, BE, PAN e Chega, que serão debatidas esta quinta-feira. Conheça os projetos-lei que serão defendidos pelos respetivos grupos parlamentares.
Em 2022 além do aumento de capital no montante de 100 milhões de euros, numa operação marcada por uma elevada procura, a Greenvolt realizou aquela que foi a primeira emissão de “green bonds” junto de investidores de retalho, numa operação de 150 milhões de euros. As Obrigações Verdes Greenvolt 2027 estão admitidas à negociação na Euronext Lisbon.
Os sectores dos serviços e construção foram os mais afetados pelo enquadramento económico, ao contrário da energia, computadores e telecomunicações.
O desemprego continua a aumentar. Em janeiro, fixou-se em 7,1%, sendo que há dois anos que Portugal não ultrapassava a barreira dos 7%. Governo ainda não mostrou sinais de preocupação.
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