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O Jornal Económico desta semana já está disponível nas bancas de todo o país e na plataforma JE Leitor, para os nossos assinantes digitais. Folheie a edição desta sexta-feira num minuto.
O PSD vai pedir o agendamento para quarta-feira de um debate parlamentar de urgência sobre a privatização da Efacec, por considerar que o Governo agiu com opacidade e que o ministro da Economia deixou várias perguntas por responder.
Os portugueses precisam esta semana de 131,06 euros para comprar os 44 produtos alimentares que constam do cabaz desenhado para a medida IVA zero. O aumento faz-se sentir mais nos produtos congelados.
José de Lima Massano foi exonerado do cargo de Governados do banco de Angola, passando agora a ter a ser ministro de Estado para a Coordenação Económica.
O arranque deste ano trouxe nova queda do produto em cadeia, um cenário que já se havia verificado no final de 2022 e que cumpre a definição para uma recessão técnica, embora pequena. Em termos homólogos, o PIB da zona euro cresceu 1,0% no primeiro trimestre.
O Governo diz que está “totalmente comprometido” em desenvolver economia azul. Portugal incluiu na proposta de reprogramação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) o investimento de 50 milhões de euros para apoiar projetos de transporte marítimo ecológico”, revela o Governo.
Segundo o ranking da Brand Finance 50 2023 a EDP ocupa o lugar 19.º, registando assim uma queda de seis posições face a 2022, mas consegue manter-se nas 20 marcas de energia mais valiosas do mundo.
A China disse hoje esperar que Portugal adote políticas “racionais” e “autónomas”, após um órgão consultivo do Governo português ter deliberado a exclusão de facto de empresas chinesas do desenvolvimento das redes de quinta geração (5G).
O PS quer que o Governo esclareça se as modalidades de voto antecipado e em mobilidade, previsto para as europeias de 2024, também irão abranger os eleitores recenseados no estrangeiro, considerando que essa informação deve chegar aos cidadãos.
A Austrália ameaçou hoje retirar-se de um acordo de livre comércio com a UE, por não permitir que os produtores de queijo, vinho e charcutaria australianos usem denominações de origem controladas.
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