Devocional Edificai

João 8:21-30 Jesus defende sua autoridade -Devocional 459


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Em outra ocasião, Jesus volta a falar com os judeus e, nessa fala, revela a suprema importância de sua pessoa.
Vou destacar alguns pontos importantes nesse sentido:
Em primeiro lugar, sem Jesus, o ser humano perece em seus pecados (8,21). Jesus em breve morreria numa cruz, ressuscitaria dentre os mortos e voltaria para o céu. Mas os judeus obstinados em seus pecados pereceriam inevitavelmente, pois fechariam a porta da graça, recusando o enviado de Deus.
Em segundo lugar, sem fé em Jesus, o grande Eu sou, o ser humano está condenado a morrer em seus pecados (8.22-24).
Os judeus já haviam pensado que Jesus se retiraria para a dispersão dos gregos (7.35). Agora, chegam ao extremo de pensar que Jesus se referia a cometer suicídio (8.22).
Jesus corrige esse pensamento às avessas dizendo aos judeus que a diferença entre eles é de origem.
Os judeus, bem como todos os seres humanos, são cá de baixo, terrenos, mas Jesus é de cima, do céu, vem de Deus. Por isso, rejeitar Jesus é fechar a única porta da salvação.
Não crer que ele é o Filho de Deus, a luz do mundo, é morrer em seus pecados. E morrer em pecado é a pior maneira de morrer, pois, é não apenas morrer fisicamente, mas também ser banido eternamente da face de Deus para um lugar de trevas e ranger de dentes.
Jesus deixa claro que o homem precisa crer nele como o Eu sou. Não há aqui nenhuma adjetivação. Ele não é apenas o pão da vida, a água da vida, a luz do mundo, a porta, o bom pastor, a ressurreição e a vida, o caminho, a verdade e a vida, a videira verdadeira. Ele é o Eu sou. O Deus que tem vida em si mesmo.
O Deus incausado e o causador de todas as coisas. Não crer que Jesus é o próprio Deus autoexistente, eterno, imenso, infinito, imutável, onipotente, onisciente, onipresente e transcendente é morrer em seus pecados.
Em terceiro lugar, Jesus é o enviado de Deus (8.25-30). Os judeus perguntaram a Jesus: Quem és tu? (8.25). Jesus responde, mostrando o que já lhes dissera outras vezes.
Ele reafirma que o testemunho que dá de si mesmo é o mesmo testemunho daquele que o enviou, mas os judeus não conseguem compreender que Jesus está falando sobre o Pai.
Jesus esclarece, então, que, quando for levantado, ou seja, crucificado pelos próprios judeus, então entenderão que ele de fato é o Eu sou, o enviado do Pai.
E, mesmo que ele seja abandonado pelas multidões, pelos discípulos e até pelos apóstolos, jamais será abandonado por seu Pai, visto que sempre fez o que lhe agrada.
Pastor Valter Santos/ IEQ sede
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