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O presidente Lula prepara viagem a Washington para reunião com Donald Trump na segunda quinzena de março. O foco será a exploração de petróleo na Venezuela.
Lula quer sinal verde para que a Petrobras volte a atuar no país vizinho, após anos de sanções e instabilidade política.
Com os EUA incentivando investimentos na região, o Brasil tenta garantir espaço antes que empresas americanas dominem as concessões.
O desfile da Acadêmicos de Niterói na Marquês de Sapucaí, em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, gerou reação da oposição, que vê propaganda eleitoral antecipada.
Parlamentares ligados a Jair Bolsonaro e ao Partido Novo anunciaram que vão acionar o Tribunal Superior Eleitoral por suposto abuso de poder político e econômico.
O Partido dos Trabalhadores afirma que o desfile foi manifestação artística autônoma. O caso deve ser analisado pela Justiça Eleitoral após o Carnaval.
Pesquisa da Genial/Quaest aponta que 43% dos brasileiros dizem não confiar nas urnas eletrônicas, enquanto 53% consideram o sistema confiável. O levantamento ouviu 2.004 pessoas entre 5 e 9 de fevereiro, com margem de erro de dois pontos percentuais.
Entre apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva, 78% afirmam confiar nas urnas. No recorte religioso, católicos demonstram maior confiança do que evangélicos.
O Tribunal Superior Eleitoral reforça que não há registros de fraude e que as urnas não são conectadas à internet, o que impediria invasões externas ao sistema.
O comando das investigações sobre o Banco Master mudou no Supremo Tribunal Federal. Após reunião convocada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, o ministro André Mendonça foi sorteado como novo relator, substituindo Dias Toffoli.
A mudança ocorre em meio à pressão da Polícia Federal, que encontrou menções ao nome de Toffoli no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Apesar disso, o STF afirmou que não há impedimentos legais contra o ministro e validou todos os atos praticados por ele até agora.
Agora, Mendonça deverá analisar o relatório da Operação Compliance Zero, que apura fraudes estimadas em até R$ 17 bilhões. O desafio será conduzir o inquérito sem ampliar tensões internas na Corte, mantendo o foco nas apurações e na liquidação da instituição pelo Banco Central.
A Polícia Federal solicitou ao ministro Edson Fachin que declare Dias Toffoli suspeito para relatar investigação sobre fraudes no Banco Master.
O nome de Toffoli apareceu em mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro. A PF investiga possível conflito de interesse envolvendo negócio ligado a familiares do ministro.
A defesa afirma que a PF não tem competência para pedir suspeição. Fachin deve decidir após ouvir formalmente o colega.
O Brasil marcou 35 pontos no Índice de Percepção da Corrupção e ocupa a 107ª posição entre 182 países, mantendo desempenho abaixo da média global.
Relatório aponta infiltração do crime organizado, recorde de R$ 60 bilhões em emendas parlamentares e recomenda código de conduta para ministros do STF.
Apesar de elogiar operações de fiscalização e a rejeição da “PEC da Blindagem”, o documento alerta que sem reformas estruturais o país continuará estagnado no combate à corrupção.
O presidente Lula usou o humor ao comentar a relação com Donald Trump, mas adotou tom mais firme ao defender a soberania brasileira antes do encontro marcado para março.
Lula afirmou que a oscilação do dólar depende mais do “humor de Trump” do que da economia brasileira e defendeu o multilateralismo.
A reunião entre os dois líderes deve indicar se prevalecerá o discurso conciliador ou o embate político nas negociações internacionais.
Durante o aniversário de 46 anos do PT, em Salvador, o presidente Lula adotou um discurso mais duro e declarou o fim do “Lulinha paz e amor”. Ele convocou a militância para uma postura mais agressiva no enfrentamento à oposição.
Lula afirmou que a próxima eleição será uma disputa pela defesa da democracia e tratou sua reeleição como essencial. A fala foi interpretada como sinal de que o governo deve intensificar a polarização política nos próximos meses.
O ministro Flávio Dino, do STF, suspendeu o pagamento de verbas que fazem salários do serviço público ultrapassarem o teto constitucional de R$ 46,3 mil. A decisão vale para União, estados e municípios.
O foco são as chamadas verbas indenizatórias, usadas, segundo Dino, para driblar o limite legal. Os órgãos públicos terão 60 dias para comprovar que esses pagamentos têm respaldo em lei; caso contrário, deverão ser cortados.
O Congresso Nacional aprovou, em tempo recorde, um reajuste salarial para servidores da Câmara e do Senado com impacto estimado em R$ 790 milhões. O valor supera o orçamento anual da maioria dos municípios brasileiros e inclui novos mecanismos que podem permitir salários acima do teto constitucional.
Diante da repercussão negativa, o Palácio do Planalto avalia vetar pontos específicos, como a conversão de folgas em dinheiro. Enquanto isso, deputados articulam um novo aumento: a elevação da verba de gabinete, o que pode gerar um custo extra de R$ 77 milhões mensais, ampliando a pressão política sobre o governo.
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