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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou as redes sociais neste sábado (07/10) para condenar os ataques do Hamas a Israel. Autoridades já somam quase 300 vítimas com os ataques. Lula se disse "chocado" com os ataques que classificou como "terroristas" e manifestou condolências aos familiares dos mortos.
O Ministério das Relações Exteriores (MRE) disse nesta quarta-feira (11) que o Brasil tem uma posição "clara" contra o terrorismo, mas que a decisão sobre a classificação do grupo extremista Hamas como terrorista cabe à Organização das Nações Unidas (ONU).
Além disso, Deputados da oposição protocolaram nesta quarta-feira (11) um requerimento que pede ao governo brasileiro que reconheça o Hamas como organização terrorista. Mais de 2.000 pessoas foram mortas desde o último sábado (7), quando o grupo abriu fogo contra cidades israelenses próximas à Faixa de Gaza. O documento, de autoria do deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), é assinado por 61 parlamentares e endereçado ao ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.
O primeiro avião de resgate trazendo brasileiros de Israel pousou em Brasília por volta das 4h10 desta quarta-feira (11). A aeronave KC-30 da Força Aérea Brasileira (FAB), com 211 passageiros, decolou de Tel Aviv às 14h12 (horário de Brasília) de ontem (10) e fez voo de cerca de 14 horas direto para a capital federal.
Do total, 107 passageiros desembarcaram em Brasília e 104 seguiram para o Rio de Janeiro em dois aviões da FAB.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, não compareceu, nesta terça-feira (10), a audiência na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados. O chefe da pasta havia sido convocado a depor e sua presença era obrigatória.
Dino justificou a ausência com um ofício enviado meia hora após o início da sessão informando que não iria por causa da operação “Bad Vibes”, que cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão em combate à exploração sexual de crianças e adolescentes, em 12 estados, nesta manhã. O ministro pediu para que uma nova data seja remarcada.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começa a julgar, nesta terça-feira (10), três ações nas quais o ex-presidente Jair Bolsonaro é acusado de abuso de poder político durante a campanha eleitoral do ano passado.
Em caso de condenação, Bolsonaro pode ficar inelegível pela segunda vez. A inelegibilidade também pode alcançar o general Braga Netto, que disputou o cargo de vice-presidente na chapa de Bolsonaro, que tentava a reeleição.
O gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, informou que o Gabinete de Segurança declarou estado de guerra de maneira oficial. A decisão foi anunciada pelas autoridades neste domingo, 8, e autoriza de maneira oficial "a tomada de medidas militares significativas", de acordo com comunicado das autoridades. "A guerra que foi imposta ao Estado de Israel em um ataque terrorista assassino da Faixa de Gaza começou às 6h de ontem", diz o gabinete. No sábado, 7, horas após o início da ofensiva, Netanyahu já havia declarado que o país estava em guerra e prometeu uma resposta dura ao Hamas.
O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta quinta-feira, 5, que os parlamentares vão discutir um projeto para acabar com a reeleição no Brasil e também para expandir o mandato de cargos do Executivo, como de presidente da República, que pode passar de 4 para 5 anos. “Daqui a pouco nós vamos discutir a instituição da reeleição no Brasil, a coincidência de eleições, eventualmente passar mandatos de 4 para 5 anos sem reeleição. São ideias postas que atingem o Poder Executivo, mas que também não são uma afronta. São reflexões e deliberações, que é papel do Congresso fazer”, comentou em entrevista a jornalistas, sem dar detalhes sobre o projeto. Pacheco ainda negou crise entre o Congresso Nacional e o STF (Supremo Tribunal Federal) após a Casa avançar com pautas que podem limitar à Corte. Uma delas é de limitar prazos e decisões individuais. Já a outra é de ter um determinado limite para mandatos dos ministros. “É muito natural que sejam debatidos no Congresso Nacional. Não há absolutamente nenhum tipo de afronta, tampouco de enfrentamento ao Poder Judiciário”, completou Pacheco.
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