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A hospedagem do presidente Lula e da primeira-dama Janja no hotel de luxo Taj Palace, em Nova Délhi, custou quase R$ 2 milhões aos pagadores de impostos. Uma comitiva, cujos nomes ainda não foram divulgados, acompanha o casal.
Além das diárias, o governo federal pagou cerca de R$ 330 mil para alugar “salas de apoio” no local, geralmente usadas para coletivas de imprensa, encontros reservados entre autoridades ou espaço de trabalho para quem acompanha o chefe do Executivo na viagem.
Políticos da oposição zombaram da falta de público no desfile de 7 de Setembro que aconteceu nesta quinta-feira (7) em Brasília. A Esplanada dos Ministérios foi preparada para receber 30 mil pessoas, mas o público não compareceu.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli declarou "imprestáveis" as provas obtidas contra a Odebrecht a partir de um acordo de leniência feito em 2017. Na decisão, o ministro afirmou categoricamente (com trechos escritos em negrito e sublinhado) que os desdobramentos jurídicos deste caso foram uma "armação" que levaram à prisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "Pela gravidade das situações estarrecedoras postas nestes autos, somadas a outras tantas decisões exaradas pelo STF e também tornadas públicas e notórias, já seria possível, simplesmente, concluir que a prisão do reclamante, Luiz Inácio Lula da Silva, até poder-se-ia chamar de um dos maiores erros judiciários da história do país", escreveu.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou todas as provas obtidas por meio do acordo de leniência da construtora Odebrecht e dos sistemas de propina da empresa. Esses elementos serviram de base para diversas acusações e processos na operação Lava Jato.
O magistrado declarou que essas provas são imprestáveis, e não podem ser usadas em processos criminais, eleitorais e em casos de improbidade administrativa.
Em sua decisão, Toffoli também manda órgãos como a Advocacia-Geral da União, Procuradoria-Geral da República e Conselho Nacional de Justiça apurarem a responsabilidade de agentes públicos envolvidos na celebração do acordo de leniência.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu que a população não deve saber sobre os votos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi dada durante o programa 'Conversa com o Presidente', transmitido em suas redes sociais, nesta terça-feira, 5. Pressionado por aliados por conta de indicações à Suprema Corte, Lula afirmou que o Brasil precisa "respeitar as instituições" e que o voto secreto dos magistrados ajudaria a reduzir a "animosidade" de setores da sociedade contra o STF.
A PGR (Procuradoria Geral da República) reforçou na segunda-feira (4), o pedido de condenação de 40 acusados de participarem dos atos extremistas do 8 de Janeiro. O pedido está nas alegações finais enviadas ao STF (Supremo Tribunal Federal).
A dupla Chitãozinho e Xororó lançou o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), a presidente do Brasil durante um show no Hotel Mabu, em Foz do Iguaçu (PR), na sexta-feira.
"Um político honesto, correto, de uma família maravilhosa e que vem no meio do povo. Quem sabe um dia este homem não vai ser o nosso presidente? Pode contar com meu voto", disse Chitãozinho ao agradecer a presença do governador. O público presente ao show aplaudiu a fala do sertanejo
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