A considerar as aparências, portanto, o que vem a público, tanto no (des)governo Bolsonaro como no Congresso Nacional, em especial na Câmara dos Deputados, o clima das últimas semana tem sido de intrigas entre gente da mesma gente. Na junta que desgoverna o País o negócio, por ora, é entre os ministros da Economia, Paulo Guedes, e o do Desenvolvimento Regional, Rogério Marino. Entre os deputados, bom, a aparente discordância se dá porque grupos que há pouco estavam juntos (seguem unidos na votação de matérias antipopulares) defendem nomes diferentes para a presidência e condução da pauta da Casa no ano que vem. Nesta edição do #RedaçãoJC, os cronistas repercutem como as aparentes intrigas que têm tomado conta dos poderes também, de igual modo, manipula a pauta pública em detrimento de assuntos como a falta de política econômica de controle inflacionário, de manejo cambial e de estimulo ao emprego por parte do (des)governo, além, claro, da inércia na elaboração de políticas públicas efetivas de combate à desigualdade que assola estratos da sociedade brasileira.