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No episódio de hoje conversamos sobre violência patrimonial e processual contra mulheres em litígios envolvendo contexto de violência doméstica com crianças. Para isso, recebemos a psicóloga Arielle Sagrillo, Doutora em Psicologia Forense pela Universidade de Kent, na Inglaterra, que desde 2009 pesquisa e escreve sobre violências de gênero, e também atende clinicamente mulheres vítimas de violações.
Ah... só pra todo mundo entender o que aconteceu, Karla começou o episódio, mas a internet não ajudou e, infelizmente, não conseguiu mais voltar pra gravação.
Os desdobramentos do Caso Mari Ferrer. Esse é o tema do JuntasPod de hoje.
Nesse semana, ficamos sabemos de duas decisões sobre ele: a primeira é a punição de advertência imposta pelo CNJ ao juiz do caso. E a segunda é a condenação da jornalista por crime de difamação e pagamento de multa de R$400 mil.
1. https://www.intercept.com.br/2020/11/03/influencer-mariana-ferrer-estupro-culposo/
2. https://piaui.folha.uol.com.br/materia/noite-que-nunca-terminou/
3. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2023/11/justica-de-sc-condena-jornalista-do-caso-mariana-ferrer-a-prisao-em-regime-aberto.shtml
O projeto de lei de 2007 para proibir o casamento civil homoafetivo voltou a tramitar e assombrar no Brasil. Nesta terça-feira, 10 de outubro, houve um descumprimento de acordo entre parlamentares e o projeto foi aprovado na Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados. Além de ser inconstitucional, o projeto fundamenta discursos discriminatórios e violentos. Vem ouvir com a gente mais essa ameaça de direitos que tem colocado as pessoas e famílias homoafetivas na mira de ataques fundamentalistas.
O episódio de hoje é especial e diferente. A gente conversou com Karla Coser, co-fundadora do Juntas e Seguras, advogada e hoje a única mulher vereadora da cidade de Vitória/ES. Vem ouvir as histórias dela e os desafios de uma mulher jovem na política institucional.
A descriminalização do aborto no Brasil está em pauta. A Ministra Rosa Weber, do STF, vai proferir o seu voto na ADPF 442 antes de se aposentar e afirmou que o fará entre os dias 22 e 29 de setembro.
Quais são os argumentos para a descriminalização? Esse é o tema do episódio de hoje. Vem ouvir!
As mulheres merecem viver livres e seguras. Nem presa nem morta por aborto!
Confira as reportagens comentadas no episódio sobre os casos das meninas engravidadas e que foram pressionadas a não usarem o seu direito ao aborto legal:
https://piaui.folha.uol.com.br/menina-o-poder-e-o-direito/
https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2022/06/20/juiza-sc-aborto-crianca-11-anos-estuprada.ghtml
Em vez de começar explicando o porquê devemos ter uma mulher negra nomeada no Supremo Tribunal Federal, minha pergunta é essa. Por que não uma mulher?
Estamos chegando ao fim do Agosto Lilás, mês de conscientização pelo fim das violências contra as mulheres. E cadê as mulheres trans nisso tudo? No episódio da semana, a gente reafirma o óbvio, que precisa ser sempre falado: mulheres trans são mulheres e têm direito de viver vidas livres de violências.
Nesse episódio trazemos alguns argumentos pela urgente necessidade de revogação da Lei da Alienação Parental, por todo prejuízo que ela tem causado aos filhos e especialmente às mulheres, sendo mais uma forma de violência praticada contra as mulheres.
Uma mulher é morta por ser mulher e o autor do crime ainda é absolvido por alegar que sua honra foi atingida? A declaração de inconstitucionalidade pelo STF da tese da legítima defesa da honra é o tema do episódio de hoje. Ouça com a gente e não esqueça de compartilhar.
Toda mulher tem direito a uma vida livre de violência, mas estamos muito longe dessa realidade. É por isso que a Lei Maria da Penha, que completa 17 anos hoje, ainda continua sendo fundamental para prevenir e coibir as violências domésticas e familiares contra as mulheres.
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