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O que conecta uma horta de ervilhas no interior de Joanópolis a um dos restaurantes mais prestigiados do Brasil? No SommCast, Juscelino Pereira — fundador do Piselli — revela uma trajetória improvável, emocionante e cheia de propósito. Da roça à alta gastronomia, ele mostra como humildade, coragem e visão podem transformar destinos.
No papo, revisitamos memórias, tropeços, brisas de sorte e decisões que mudaram uma vida inteira: o sonho de ser garçom nos Jardins, o encontro com Manuel Beato, as viagens para a Itália, a primeira taça de grandes vinhos, a fundação do Piselli aos 35 anos e a magia que fez a ervilha virar destino gastronômico. Também mergulhamos nos bastidores da expansão da marca, nos rituais do Piemonte, no impacto dos vinhos brasileiros e no que realmente significa servir com alma.
Este episódio entrega mais que inspiração: entrega legado. Uma conversa sobre trabalho, raízes, gastronomia, vínculos, vinho, generosidade e ambição — daquele tipo que acende a vontade de criar algo maior do que nós mesmos. Aperte o play e viva essa jornada completa com a gente.
Destaques
🍇 A primeira memória com vinho — e ela começa na venda da família
Na adolescência, Juscelino servia cerveja, cachaça e vinho de São Roque no balcão do pai. A curiosidade pela bebida nasceu ali, sem glamour, mas com verdade. Uma lembrança que moldou tudo que viria depois.
🌱 A ervilha que mudou o destino
A história é real: depois de plantar ervilha torta sem saber e perder toda a safra, ele decidiu largar a roça. Esse fracasso o empurrou para São Paulo — e a decisão foi o primeiro passo rumo ao Piselli. Mais tarde, seria justamente a “ervilha” a batizar o restaurante.
🥂 O despertar para o vinho fino
Como segundo sommelier de Manuel Beato, ele abriu grandes Bordeaux, Borgonhas e Barolos. Foi ali que a paixão se instalou — no contraste entre a simplicidade da infância e o universo dos grandes rótulos do mundo.
🇮🇹 Itália: o país que entrou na veia
Viagens para Toscana e Piemonte redefiniram seu olhar gastronômico. juscelino viveu experiências que mudaram sua relação com terroir, vinho e cozinha — e trouxe esse repertório para o Piselli.
🎂 Piselli nasce no dia em que ele completa 35 anos
Com um caderno cheio de anotações e coragem para pedir demissão no auge da carreira, ele abre o restaurante exatamente no dia do aniversário — fechando o “ciclo da ervilha”, como ele mesmo diz.
🏛️ Da Vila Jardins a Brasília: o Piselli como marca afetiva
Juscelino conta como levou a alma do restaurante para outras unidades, mantendo a hospitalidade como DNA. Ele também revela a emoção de abrir uma casa em Brasília, terra símbolo de JK — justamente o político que inspirou seu nome.
🥖 A alquimia do pão, da banha càuda e dos rituais piemonteses
Os detalhes que ninguém vê: levain centenário trazido da Itália, receitas exclusivas, curadoria minuciosa. O Piselli virou uma embaixada sensorial do Piemonte em São Paulo.
🍷 A carta de vinhos: Piemonte, Itália e Brasil lado a lado
O restaurante valoriza produtores nacionais — dos espumantes do Sul aos vinhos de inverno do Sudeste. Ele conta até a reação de Angelo Gaja ao provar rótulos brasileiros no Piselli.
💼 Servir é verbo, é vocação, é cultura
O jargão “maravilhoso” nasceu como incentivo ao cliente e virou assinatura da casa. No Piselli, serviço é escuta, acolhimento e autenticidade.
By SommCastO que conecta uma horta de ervilhas no interior de Joanópolis a um dos restaurantes mais prestigiados do Brasil? No SommCast, Juscelino Pereira — fundador do Piselli — revela uma trajetória improvável, emocionante e cheia de propósito. Da roça à alta gastronomia, ele mostra como humildade, coragem e visão podem transformar destinos.
No papo, revisitamos memórias, tropeços, brisas de sorte e decisões que mudaram uma vida inteira: o sonho de ser garçom nos Jardins, o encontro com Manuel Beato, as viagens para a Itália, a primeira taça de grandes vinhos, a fundação do Piselli aos 35 anos e a magia que fez a ervilha virar destino gastronômico. Também mergulhamos nos bastidores da expansão da marca, nos rituais do Piemonte, no impacto dos vinhos brasileiros e no que realmente significa servir com alma.
Este episódio entrega mais que inspiração: entrega legado. Uma conversa sobre trabalho, raízes, gastronomia, vínculos, vinho, generosidade e ambição — daquele tipo que acende a vontade de criar algo maior do que nós mesmos. Aperte o play e viva essa jornada completa com a gente.
Destaques
🍇 A primeira memória com vinho — e ela começa na venda da família
Na adolescência, Juscelino servia cerveja, cachaça e vinho de São Roque no balcão do pai. A curiosidade pela bebida nasceu ali, sem glamour, mas com verdade. Uma lembrança que moldou tudo que viria depois.
🌱 A ervilha que mudou o destino
A história é real: depois de plantar ervilha torta sem saber e perder toda a safra, ele decidiu largar a roça. Esse fracasso o empurrou para São Paulo — e a decisão foi o primeiro passo rumo ao Piselli. Mais tarde, seria justamente a “ervilha” a batizar o restaurante.
🥂 O despertar para o vinho fino
Como segundo sommelier de Manuel Beato, ele abriu grandes Bordeaux, Borgonhas e Barolos. Foi ali que a paixão se instalou — no contraste entre a simplicidade da infância e o universo dos grandes rótulos do mundo.
🇮🇹 Itália: o país que entrou na veia
Viagens para Toscana e Piemonte redefiniram seu olhar gastronômico. juscelino viveu experiências que mudaram sua relação com terroir, vinho e cozinha — e trouxe esse repertório para o Piselli.
🎂 Piselli nasce no dia em que ele completa 35 anos
Com um caderno cheio de anotações e coragem para pedir demissão no auge da carreira, ele abre o restaurante exatamente no dia do aniversário — fechando o “ciclo da ervilha”, como ele mesmo diz.
🏛️ Da Vila Jardins a Brasília: o Piselli como marca afetiva
Juscelino conta como levou a alma do restaurante para outras unidades, mantendo a hospitalidade como DNA. Ele também revela a emoção de abrir uma casa em Brasília, terra símbolo de JK — justamente o político que inspirou seu nome.
🥖 A alquimia do pão, da banha càuda e dos rituais piemonteses
Os detalhes que ninguém vê: levain centenário trazido da Itália, receitas exclusivas, curadoria minuciosa. O Piselli virou uma embaixada sensorial do Piemonte em São Paulo.
🍷 A carta de vinhos: Piemonte, Itália e Brasil lado a lado
O restaurante valoriza produtores nacionais — dos espumantes do Sul aos vinhos de inverno do Sudeste. Ele conta até a reação de Angelo Gaja ao provar rótulos brasileiros no Piselli.
💼 Servir é verbo, é vocação, é cultura
O jargão “maravilhoso” nasceu como incentivo ao cliente e virou assinatura da casa. No Piselli, serviço é escuta, acolhimento e autenticidade.