Kazzttor e seus isCaps

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Kazzttor e seus isCaps episodes

  • Domingo à noite em 12 de abril de 2026: entre céus e trevas

    É incrível como a gente está num período tão paradoxal desse mundo, enquanto nós vemos pela primeira vez ao vivo pela internet seres humanos indo longe no espaço em missão lunar em nosso solo vemos absurdos como guerras e ações de ódio contra quem deveríamos amar. Falar sobre céus e trevas, entre a claridade e a escuridão, beira a uma filosofia que muita gente até está cansado de ouvir, mas colocar a cabeça para funcionar e tentar ir além do que a gente vê como rotina pode ser um alívio diante de um mundo que está permanentemente sobre pressão nas nossas rotinas diárias, nas tarefas que temos a cumprir, nas notícias de jornais revistas e internet as mídias sociais, notificações a torto e a direito, e as coisas que acontecem a nossa volta.

    Para isso, é preciso colocar algumas funções a mais em nossa caixa de ferramentas vital: o primeiro é o nosso conjunto de crenças, é ajustar a nossa crença em nós mesmos, seja diretamente ou por meio de alguma forma de espiritualidade, como por exemplo a prática de alguma religião. Quando a gente ajusta o nosso conjunto de crenças, a gente pode alimentar em nós a autoconfiança que nos permite agir quando necessário e quando preciso. Um segundo ponto ao uso correto de nosso foco, entendendo o que é prioridade e o que não é prioridade, pois somos torpedeados o tempo todo por infinitas notificações, por incontáveis estímulos que tiram o nosso foco, tão a nossa vida um senso de urgência que muitas vezes não é correto, que isso faz com que nós nos perdemos em nossas atividades. Por fim, é muito importante a gente também ter em nós a alto compaixão, a capacidade de se compreender, e de se perdoar quando falha, porque quando você mesmo deixa de se tolerar, você passa a ser inimigo de si mesmo, e começa a se auto sabotar, então a gente precisa ser amigo e companheiro de si mesmo, porque já basta outras pessoas julgarem os seus atos, você precisa entender o que está acontecendo, se perdoar, para poder se corrigir com calma, paciência, humildade e sabedoria.

    Quando a gente corrige a nossa própria casa, o nosso próprio corpo, o nosso próprio espírito e a nossa própria mentalidade, nós conseguimos, de forma mais equilibrada, enxergar o mundo de uma maneira melhor e mais aderente à nossa realidade de vida. A gente consegue fazer com que as coisas que acontecem no mundo nos mobilizem, quando estas são importantes para nós, e quando deixam de ser importantes, liberamos essas coisas que não mais nos agregam. Com isso também nos blindamos de discursos que só servem para chamar a nossa atenção para interesses que não são nossos, como falsos moralismos, como situações de pânico moral, falsas intrigas que nos querem chamar para conflitos que não nos pertencem.

    Bem-vindo ao episódio número 119 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora.

    Ouça o episódio nas principais plataformas de podcast, para ouvir e conferir os links nas mídias sociais acesse: https://linktr.ee/kazzttorpodcast

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    5 min
  • Domingo à Noite em 5 de abril de 2026: Páscoa é a vitória da vida

    Mais uma Páscoa de Domingo a noite. A terceira Páscoa. E hoje é preciso lembrar, se é que já disse antes nos outros dois episódios especiais de Páscoa sobre o simbolismo da Páscoa como um tempo de renascimento. Pois diferente do Natal em que se celebra o nascimento de Cristo, a Páscoa é a celebração da vitória da vida sobre a morte. É a resistência que temos para não se render ao fim e a derrota. De realimentar em nós a esperança de tempos melhores, por mais desafiadores que sejam.

    É possível um sim depois de vários nãos. É possível algo dar certo depois de tantas tentativas fracassadas. Pois insistência e crença no resultado é um legado que a Páscoa pode trazer pra nós.

    Ovos e coelhos são símbolos de vida, fertilidade e abundância. E pode ser que tudo isso tenhamos dentro de nós, mas deixamos de dar valor por comparação aos outros. A Páscoa pode trazer luz a essa reflexão de que somos vivos, abundantes e com valor.

    Temos que ir além da troca de presentes e ovos de chocolate. Temos que aproveitar a data para renovar a vida que existe em nós, muitas vezes combalida pelas nossas rotinas e obrigações.

    Bem-vindo ao episódio número 118 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora.

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    4 min
  • Domingo à Noite em 29 de março de 2026: Respire fundo e siga

    Estamos literalmente afogados e sufocados de tantas coisas a fazer e tantos estímulos que recebemos. Seja uma notificação no telefone, chamadas e mensagens do trabalho da família e de amigos, fora os compromissos que firmamos, que a gente se esquece de uma coisa simples e fundamental: respirar, oxigenar o cérebro, colocar as ideias no lugar para seguir adiante.

    Uma pausa, mesmo que seja uma pequena pausa, uma micropausa que seja, ajuda a calibrar o foco de nossa mente. Pois tem momentos que a gente fica tão focado no detalhe sem conseguir resolver, e acaba não percebendo que a solução está perto, mas fora do seu foco de atenção.

    É importante ver novos ares, quebrar de vez em quando a rotina quando estamos nos dando conta que estamos mergulhados demais em uma tarefa ou projeto. É difícil fazer coisas novas tendo poucos instrumentos a mão. E descansar a mente é um jeito de fazer nossa cabeça funcionar melhor. Se afastar do problema, mudar a perspectiva pensar novos caminhos. E isso é bom até pra fazer outras coisas, fazer alguma atividade física, se dedicar a algum hobby ou fazer alguma atividade de lazer.

    Sair do foco e da rotina pode ser uma maneira de por nossa mente em ordem. Em tempos de conflitos ferrenhos, uma retirada estratégica pode ser um caminho para a vitória.

    Bem-vindo ao episódio número 117 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora.

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    4 min
  • Domingo à noite em 22 de março de 2026: lembranças musicais

    Uma cena simples do Big Brother Brasil — Ana Paula dançando sozinha ao som de Love Generation, de Bob Sinclar — despertou algo maior do que parecia. A música voltou a tocar por aí e, junto com ela, muitas memórias adormecidas. Neste episódio, eu falo sobre esse poder silencioso que a música tem de nos atravessar, de nos levar de volta a lugares, pessoas e versões de nós mesmos que ficaram guardadas. Cada melodia vira um portal, uma chave delicada que abre cofres emocionais cheios de sentimentos, cheiros, sensações e histórias. Um convite para ouvir com calma, sentir sem pressa e lembrar por que a música mora tão fundo na gente.

    Bem-vindo ao episódio número 116 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora.

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    5 min
  • Domingo à noite em 15 de março de 2026: pequenas perdas

    Quantas vezes nós choramos pela xícara de leite que se derramou, sendo que temos uma leiteira inteira? O medo do desapego nos deixa tão malucos que qualquer perda nos faz mover céus e terras em um drama digno de novela mexicana. Mas existe um ditado que diz que "desgraça pouca é bobagem" e realmente são as pequenas perdas, em um mundo em que tudo é resolvido no detalhe, que nos faz desabar como se fossem grandes perdas.

    A gente precisa deixar claro uma coisa: não devemos nos sentir culpados com coisas que a gente pode recuperar. Todos nós cometemos erros grandes ou pequenos, mas são os grandes e difíceis que devem ser motivo de preocupação. Erros pequenos e solúveis, ou mesmo que não deu pra resolver (perdi um compromisso, quebrei um copo antigo), a gente aprende, se desculpa e vida que segue.

    Nossas energias são sugadas o tempo todo por trabalhos, estímulos, cobranças por todos os lados. Não seja você um carrasco de si mesmo. Precisamos nos proteger de um mundo hostil, nos tratando com carinho e empatia. Nos entender, nos aceitar e nos perdoar são armas importantes para termos em nós uma percepção real e um senso de justiça. quando somos justos e leais a nós mesmos, não toleramos que o mundo seja injusto conosco. E nos permitir errar é nos permitir aprender e nos a tentar de novo.

    Bem-vindo ao episódio número 115 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora.

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    4 min
  • Domingo à Noite em 8 de março de 2026: Xixi sentado

    A questão de gênero é uma coisa que cria abismos tão grandes que até na hora de usar o banheiro se tem simbolismos de superioridade e inferioridade.

    Desde crianças os homens são ensinados a urinar em pé e não sentados, quando um homem urina sentado muitas vezes é visto como estranho ou até mesmo como algo afeminado, visto que mulheres urinam sentadas.

    Mas preste atenção que isso é um exemplo de uma imposição de superioridade e inferioridade no tocante ao gênero, porque simbolicamente uma pessoa que faz as coisas de pé, está de prontidão e está menos vulnerável do que uma pessoa que está sentada, mostrando de forma simbólica, mas distorcida, de que homens são superiores a mulheres o que não é verdade.

    Falar sobre fazer xixi sentado para homens é quase um tabu muito machista, mas dizem que quando se faz desta forma, a bexiga se esvazia por completo, reduz o risco de incontinência urinária, em alguns casos pode ser mais higiênico porque você não vai na sua casa correr o risco de sujar o banheiro com o impacto da urina na água do assento sanitário.

    E talvez esse ponto do banheiro seja algo que possa ser um exemplo claro de como a misoginia é algo cultural e arraigada no país. Questiona-se bastante de que banheiros públicos não podem ser banheiros unissex, pelo risco de mulheres serem abusadas por homens, incluindo até mesmo situações transfóbicas de não permitir mulheres trans de usar o banheiro feminino. Mas a separação de gêneros em banheiros públicos tem uma relação muito mais de superioridade masculina do que de defesa e segurança das mulheres. Porque se fossem de certa forma abolidos banheiros com separação de gênero, e fossem de certa forma eliminados os mictórios, incentivando homens e mulheres a usarem as cabines para as suas necessidades fisiológicas, certamente por compartilharem de um ambiente comum homens e mulheres passariam a agir com mais respeito mais tolerância, e melhor conhecimento entre si. Por que o que acontece nos banheiros, salvo algumas exceções, é exatamente a mesma coisa nos banheiros feminino e masculino.

    O dia 8 de março, que é a data de hoje que é o dia Internacional da Mulher, mostra claramente que a luta pela equidade de gênero é justa, é digna, e está longe de ser alcançada, porque não é apenas uma questão de mulheres promover a equidade entre gêneros, é uma questão de todos nós, para entendermos que existem privilégios, sobretudo masculinos que não são justos.

    Se você é o homem da casa e tem a sua esposa e filhos, ou mesmo uma pessoa só mais que contrata alguém pra limpar a sua casa, comece a ter por hábito fazer xixi sentado. Isso vai ajudar demais até mesmo assim mesmo se for você que for limpar o banheiro a entender o quão um ato simples igual ao de uma mulher pode mudar a sua visão em relação a gênero.

    Disclaimer: Esse episódio possui um aparte ao final, acrescentando pontos ao texto original, após avaliação e feedbacks de mulheres amigas que avaliaram o roteiro.

    Alerta de gatilho: esse episódio aborda um debate sobre violência contra a Mulher. Se testemunhar algum ato de violência, ligue 180. Uma denúncia pode salvar uma vida.

    Bem-vindo ao episódio número 114 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora.

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    12 min
  • Domingo à Noite em 1 de março de 2026: Tempo é vida

    Fala-se muito que tempo é dinheiro, mas qual o valor que damos ao nosso tempo? Como que o nosso tempo é "vendido", e se temos como reservar um pouco desse tempo pra nós?

    Tempo é fonte de vida, é o que corre enquanto nós corremos atrás das coisas que queremos, é como o oxigênio de nossas ações, sem tempo a gente não consegue agir, a gente não consegue se desenvolver, a gente não consegue criar, a gente não consegue fazer a nossa vida seguir um curso ao qual nós queremos. E no mundo de hoje a gente vende o nosso tempo em troca de um salário, em troca de um compromisso que a gente tem com alguém, para fazer aquilo que nos é determinado seja pela lei, seja pelos nossos costumes, seja por moda, ou para consumir algo que nos é dado. E no fim a gente nota de que tanto que a gente entrega ao nosso tempo pras outras pessoas, para outras coisas que não são nossas, sobra pouco ou nenhum tempo pra gente, tempo pra gente descansar, tempo pra gente estudar, aprender coisas novas, tempo pra gente desenvolver coisas que a gente gosta como a música, arte e escrita, e até mesmo o tempo que a gente precisa nos preparar para os compromissos que a gente tem acaba pesando em nossas vidas. Quantas vezes a gente teve que nos arrumar, nos preparar, nos deslocar para ir ao trabalho ou para ir a algum compromisso? E diante disso a gente entende que tempo sendo vida, nós não podemos desperdiçar o nosso tempo com coisas que não nos agregam, assim como não devemos abusar do tempo alheio fazendo com que essas pessoas percam o tempo com coisas que poderiam estar fazendo elas melhores em algum aspecto.

    O fim da escala seis por um é um exemplo disso, lutar para reduzir o tempo laboral das pessoas não é apenas uma comodidade que se é oferecida a quem vai trabalhar menos, é dar a oportunidade dessas pessoas usarem esse tempo livre pra coisas que as engrandecem, que elas possam ter mais tempo pra descansar, que possam ter mais tempo pra estudar, que possam ter mais tempo pra fazer coisas que sejam de benefício delas. Escalas extenuantes de trabalho fazem com que empresas que impõem essa jornada, comprem das pessoas um tempo maior do que o justo, e como nós temos uma tecnologia muito grande a qual nós hoje temos tanta comodidade, não seria adequado se as pessoas deixassem de fazer uso dessa modernidade toda criada, pois são tratadas como máquinas ou têm que disputar trabalho com máquinas.

    Voltando pra questão do tempo, o tempo é vida porque é no tempo que a gente vive, e por isso cada segundo é importantíssimo que não seja desperdiçado, e que não seja entregue de qualquer jeito a quem não dá o devido valor ao seu tempo, valorize o tempo que você tem, e também valorize o tempo que as pessoas entregam pra você.

    Bem-vindo ao episódio número 113 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora.

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    5 min
  • Domingo à noite em 22 de fevereiro de 2026: (não) pare!

    Vivemos dilemas o tempo todo. Diferente de escolher o que vestir para uma ocasião ou qual prato do menu vamos pedir em um restaurante, dilemas que nos pegam mesmo são aqueles que envolve ações, ainda mais quando é pra continuar ou parar algo que estamos fazendo.

    Tem momentos que entendemos que certas coisas chegaram a um limite. Já não tem como seguir por esse caminho ou fazer daquele jeito e é preciso mudar. Ou tem situações em que você está fazendo algo, mas acontece alguma coisa que te impede de prosseguir, mas você precisa continuar. Nas duas situações tem o dilema: para ou continua?

    É o momento de ouvir sua intuição e sua vontade. Ser empático consigo mesmo e entender se a mudança é porque você precisa mudar ou é um obstáculo que precisa superar para seguir adiante.

    Bem-vindo ao episódio número 112 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora.

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  • Domingo de carnaval à noite em 15 de fevereiro de 2026: aproveite os dias!

    Hoje é Domingo de carnaval! Dia de estar na folia, de prestigiar a festa popular, a cultura viva do Brasil que desfila em blocos, escolas de samba e bailes Brasil afora. Mas há quem não goste do Carnaval por diversos motivos. E não há nada de mal nisso. O carnaval é um ponto facultativo mas quase todo mundo está liberado. 4 dias seguidos são oportunidades de fazer tudo, ou nada!

    O negócio é não recriminar ninguém. Quem quiser foliar, que folie! Quem quiser descansar, que descanse. Quem quiser aproveitar pra fazer alguma que não deu para fazer pois não tinha tempo, aproveite. Pode fazer retiro, pode cultuar sua crença, pode cultuar sem problemas! Carnaval é liberdade e todo mundo pode aproveitar o tempo sem culpa, e sem culpar ninguém por fazer diferente.

    Bem-vindo ao episódio número 111 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora.

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    4 min
  • Domingo à noite em 08 de fevereiro de 2026: simplesmente faça

    Quantas vezes tivemos sonhos que ficaram guardados nas gavetas de nossas vidas, esquecidos, que vagamente aparecem em lembranças que chegam a conclusões de que os rumos de nossas vidas poderiam ter sido diferentes e hoje a realidade seria outra.

    Aí é que está o problema. Aceitamos muito e esquecemos de nos aceitar, rejeitando inclusive nossos sonhos e paixões. Não deveria ser assim. A imaginação e o sonho são mãe e pai da criatividade, da invenção e da inspiração, que nos motiva todos os dias a sair da cama. Antes de começar o dia por necessidade, que é mais doloroso, começar o dia motivado é uma chave para enfrentarmos os desafios diários com maior vigor. Essa é a chave da atitude, pois quem não quer, não faz, quem precisa fazer, faz sem força e quem quer e deseja fazer, faz com garra. Tem muito sonho perdido que ainda não saiu do papel, que tal fazer o sonho acontecer pra reaquecer as turbinas de sua vida?

    Bem-vindo ao episódio número 110 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora.

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