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O que acontece quando um rebranding é conduzido dentro de uma empresa verdadeiramente design-driven?
Neste episódio do LadoQ, Regys Lima, Coord. de Design do Itaú, e Andres Zambra, Gerente de Marketing do Cubo Itaú, e Leo Massarelli exploram o rebranding de Cubo Itaú — não apenas como exercício de identidade visual, mas como construção estratégica conduzida com maturidade, governança e coragem.
Falamos sobre processo aberto, confiança entre cliente e consultoria, feedback estruturado e o papel do ego em projetos de marca. O que muda quando o cliente entende profundamente design? Como equilibrar consistência e evolução em uma marca endossada? E por que “briefing redondo e feedback preciso” fizeram toda a diferença nesse caso?
Mais do que um case, este episódio é uma reflexão sobre como o design deixa de ser estética e passa a ser sistema operacional dentro das organizações.
00:00 Abertura — o que é um processo design-driven04:20 O Cubo Itaú e a evolução da marca10:00 O que significa ser uma empresa design-driven na prática16:30 Consistência + evolução (design nunca termina)22:10 Escolhendo parceiros quando o cliente entende design28:30 Processo aberto: Slack, Figma e confiança34:40 O momento tenso do logo (coragem vs. segurança)40:00 Arquitetura de marca e sistema de cores (a dose certa)45:30 Briefing redondo + feedback preciso49:00 Lições para empresas que querem ser design-driven
By LadoQO que acontece quando um rebranding é conduzido dentro de uma empresa verdadeiramente design-driven?
Neste episódio do LadoQ, Regys Lima, Coord. de Design do Itaú, e Andres Zambra, Gerente de Marketing do Cubo Itaú, e Leo Massarelli exploram o rebranding de Cubo Itaú — não apenas como exercício de identidade visual, mas como construção estratégica conduzida com maturidade, governança e coragem.
Falamos sobre processo aberto, confiança entre cliente e consultoria, feedback estruturado e o papel do ego em projetos de marca. O que muda quando o cliente entende profundamente design? Como equilibrar consistência e evolução em uma marca endossada? E por que “briefing redondo e feedback preciso” fizeram toda a diferença nesse caso?
Mais do que um case, este episódio é uma reflexão sobre como o design deixa de ser estética e passa a ser sistema operacional dentro das organizações.
00:00 Abertura — o que é um processo design-driven04:20 O Cubo Itaú e a evolução da marca10:00 O que significa ser uma empresa design-driven na prática16:30 Consistência + evolução (design nunca termina)22:10 Escolhendo parceiros quando o cliente entende design28:30 Processo aberto: Slack, Figma e confiança34:40 O momento tenso do logo (coragem vs. segurança)40:00 Arquitetura de marca e sistema de cores (a dose certa)45:30 Briefing redondo + feedback preciso49:00 Lições para empresas que querem ser design-driven