O sofrimento de Cristo foi o modo como a santa Trindade, em perfeita unidade, decidiu revelar o amor de Deus na salvação de pecadores — sem jamais anular sua justiça. O Filho se entregou voluntariamente a esse plano eterno. E assim, a justiça de Deus foi satisfeita em amor — não com sadismo, mas com santidade; não com crueldade, mas com compaixão, graça e glória.