Um jardim, um cemitério, um Deus. Nossa viagem pelo tempo e pelo espaço nos transporta para aquela noite que seria a última de Jesus entre seus amigos. Após a Ceia, quando se despediu deles e celebrou a Eucaristia, todos se retiraram para um lugar que não havia sido mencionado antes no Evangelho, mas que o apóstolo diz que “Jesus ia com frequência com seus discípulos”. Este jardim ficava depois de um pequeno riacho chamado Cedron, palavra que quer dizer “escuro” e foi por muito tempo, um cemitério da cidade de Jerusalém, como nos lembra o 2Rs 23,6 e Jr 26,23. São Marcos (14,32) e São Mateus (26,36) chamaram este local de Getsêmani, uma palavra que significava “prensa de azeite”.