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O assunto de hoje gera muita curiosidade e dúvidas nas pessoas: imigração. Afinal de contas, quais são os caminhos para imigrar legalmente para os Estados Unidos? Antes de eu pensar em morar nos EUA, eu não tinha ideia do caminho até aqui. Particularmente, não acho que seja um país fácil para imigrar, se compararmos com outros países. Ao mesmo tempo, acho que muitas histórias são contadas de maneira errônea, acho que se pinta muito por aí que é algo fácil, que para tudo se dá um jeito... Eu conheço alguns tipos de vistos, seus percalços e limitações, mas nada melhor do que alguém especialista no assunto, certo? Minha convidada de hoje é a Fanchelle Barra, paralegal especialista em imigração. Fan responde às dúvidas mais comuns relacionadas à imigração, apresenta alguns tipos de vista e fala sobre cidadania e residência permanente (Green Card)
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Today's episode is in English and, I confess, I was very excited to release this podcast. This podcast got me in a way that I can't explain, and I really hope it will make a lot of people think about privileges and opportunities. Luis Yanes is my guest today - he was born in Guatemala and now he is an American citizen who lives in New York with his wife Sarah. But, his journey was neither easy nor obvious. Lui and his family crossed the US border when he was only 6 years old. That was all I knew about his story when we turned on the microphone. Throughout our conversation, I was able to learn more about your history, about the reality of his life before this risky step his father decided to take and how opportunities are not the same for everyone.
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A maternidade no seu país, perto da sua família e amigos já é desafiadora. E quando se mora fora, sem nenhuma rede de apoio, como fica? A minha convidada Barbara Palhano, mais conhecida como Babi, fala um pouco sobre isso. Babi é mãe da pequena Gigi, de 1 ano e 3 meses. Ela veio para Nova York estudar teatro musical, conheceu seu marido, investiu na fotografia e estava pronta para dar um passo maior na carreira de fotógrafa quando engravidou da Gigi. Compartilhando suas experiências grávida e, mais tarde, seus desafios e aprendizados como mãe, Babi descobriu outras mães e viu que não estava sozinha em sua jornada de mãe expatriada. Essas experiências levaram Babi a criar o projeto Mães Expatriadas, uma rede de acolhimento materno - sem contar outros projetos que ela está tocando e compartilhou conosco.
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Raquel Paiva é estudante de moda e, por trás de suas fotos com looks estilosos no Instagram, está uma jovem que encarou muitos desafios para estar em Nova York hoje. Ela veio para os Estados Unidos como Au Pair, cuidou de crianças, encarou a solidão. Após o fim do intercâmbio, decidiu correr atrás do sonho de estudar moda na Big Apple. No meio disso tudo, Raquel se assumiu homossexual - o que não foi algo fácil ou simples. Ela divide suas questões envolvendo esse processo, o julgamento dos outros - e o seu medo em lidar com essa verdade. Além de tudo isso, Raquel também lidou com o doloroso fim de um longo relacionamento e compartilha os aprendizados e reflexões que esse episódio trouxe para a vida dela.
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São quase 6 anos morando fora e, confesso: queria voltar no tempo para lembrar o que se passava na minha cabeça nos meses que antecederam a nossa mudança para Nova York. Mil expectativas são criadas e vejo que hoje eu tinha uma visão bem positiva e otimista - o que não é necessariamente ruim, mas, sem as devidas precauções, isso pode se tornar frustração. No episódio de hoje, eu e Thiago falamos, cada um, 5 coisas que queríamos que soubéssemos antes de morar fora. A pauta foi exatamente essa - e nenhum de nós sabia os tópicos um do outro até o momento da gravação. O resultado foi interessante: Thiago trouxe fatos mais práticos, leves e positivos e eu acabei focando em fatos e informações que foram (e alguns continuam sendo) pedras no sapato, dificuldades. No fim das contas, esperamos que as dicas e conselhos ajudem quem está pensando em se mudar.
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No episódio de hoje, vamos falar sobre mudança de carreira no exterior. Eu já comentei em diversas ocasiões sobre como é necessário se reinventar quando moramos fora. É começar do zero, nascer de novo, construir uma nova identidade. A gente tem que aprender uma nova língua, se adaptar a uma nova cultura, novos hábitos, construir toda uma vida novamente. Tem gente que vem com emprego, tem gente que se vira, tem gente que se encontra ou se reencontra. Tem gente que muda de ideia no caminho. Tem quem venha por uma razão e descubra outra. No episódio de hoje, eu recebo minha querida irmã, Meiry, que mora em Paris, na França, há quase 6 anos. Nós saímos juntas do Brasil, praticamente, sabiam? Ela é fotógrafa em Paris - porém, o que muita gente nem sonha é que a Meiry chegou em Paris por um outro motivo. Ela mudou para a capital francesa para fazer um doutorado e continuar seguindo a carreira acadêmica - mas, no meio disso tudo, a fotografia aconteceu na vida dela. Neste episódio, ela fala não só como essa mudança ocorreu - e o quanto esse processo não foi fácil, além de como manteve um relacionamento à distância e toda a adaptação à vida no exterior.
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Quantos de vocês que estão me ouvindo sonham em morar nos EUA? Quantos de vocês já visualizaram uma vida perfeita aqui? É como diz o ditado: a grama do vizinho é sempre mais verde. Não da pra negar que a vida nos EUA é melhor em vários aspectos quando comparamos ao Brasil, mas a vida de um imigrante está longe de ser fácil ou descomplicada. No episódio de hoje eu recebo a minha super amiga Analuisa Ferreira, que mora em San Francisco, Califórnia, mas está de malas prontas para se mudar para o Canadá com sua família. Ela vai falar das dificuldades que ela teve em quatro anos de América e dos motivos que fizeram ela e o marido tomarem essa decisão - principalmente sobre a frustração que ela sentiu por ter que estar sempre provando que é boa o suficiente para estar aqui.
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O episódio de hoje gira em torno de um tema bem polêmico, que desagrada muitos turistas brasileiros: as gorjetas. Sei que muita gente acha um absurdo, mas a verdade é uma só: você é quem está visitando a cidade – então você é quem deve se adaptar às regras do local que está visitando. Aqui é regra: cliente paga gorjeta. Entretanto, por não ser uma legislação propriamente dita, muita gente bate o pé e diz que não vai pagar. Mas, pense: por mais que você não tenha todo o dinheiro do mundo, você é, sim, um privilegiado, por poder fazer uma viagem para Nova York, uma das cidades mais caras do mundo. Nos EUA, 4,4 milhões de trabalhadores dependem de gorjetas para ganhar a vida, dois terços deles mulheres. A minha convidada de hoje é a minha amiga Carol Borges. Carol mora em Nova York há 4 anos e meio, tem um emprego formal, mas trabalhou como garçonete nos primeiros anos e ela ainda atua na área aos fins de semana. Carol compartilha conosco como é depender de gorjetas, como funciona o sistema, conta várias histórias e dá vários conselhos para quem não concorda com as gorjetas.
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