
Sign up to save your podcasts
Or


Uma reflexão sobre o peso de estar lúcido em um mundo que nem sempre deseja ser compreendido. Entre O Perigo de Estar Lúcida e Memórias do Subsolo, um mergulho nas contradições humanas, no excesso de consciência e na solidão de enxergar aquilo que, às vezes, seria mais fácil ignorar.
Em alguns momentos da vida, sentimos saudade de quem fomos, vergonha de quem nos tornamos ou medo de quem ainda estamos tentando ser.
Nem sempre conseguimos acolher nossas próprias versões. Às vezes, julgamos nossas escolhas do passado com a consciência que temos hoje. Em outras, cobramos da nossa versão atual a força, a maturidade e a segurança de alguém que ainda estamos aprendendo a ser.
Neste episódio, conversamos sobre a dificuldade de fazer as pazes com quem já fomos, acolher quem somos e permitir que quem estamos nos tornando exista sem precisar se justificar o tempo todo.
Porque amadurecer também é aprender a olhar para a própria história com honestidade, sem transformar cada erro em uma condenação e cada mudança em motivo de culpa.
Você não precisa rejeitar quem foi para se orgulhar de quem está se tornando.
Sobre lembrar que temos uma vida e ela é nossa.
7 anos do Levanta e Flui e de como desbaguncei minha vida.
3 anos antes, eu ainda planejava.
Não negociar as escolhas é diferente de mudar de ideia
flertar com o que não é pra gente além de não ser saudável, atrasa o que é nosso.
Sobre o dia que conheci São josé das três ilhas.
E um passeio que só aconteceu porque algumas coisas não me escolheram. As mudei.
Talvez eu não tenha amado o suficiente aquilo que eu tinha como garantido.
Eu não amei coisas que nunca foram importantes para mim.
Eu amava o cuidado, a presença, o jeito como eu me sentia sendo cuidada.
Mas por muito tempo, a internet me fez acreditar que eu deveria sentir falta de certas coisas e que, se eu não sentisse, havia algo errado comigo.
Hoje eu entendo: eu não sou obrigada a sentir falta daquilo que eu verdadeiramente não amava.
Nem tudo que parece importante para os outros precisa ser importante para mim.
- Recordando episódios antigos, revivendo relatos e entendendo os recortes que ficam do lado de dentro, mas que fazem parte exatamente do que sou agora.
Tem beleza em coisas que desacontecem.
From the publisher's feed