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O ano mal começou e não concede descanso ao Levante, que retorna do repouso para uma nova temporada, agora ancorado por Felipe Moura Brasil.
Ele conversa com Samuel e Caio sobre o novo ciclo de barbárie do regime dos aiatolás, acima do imaginável, e as perspectivas de uma virada de jogo.
Menos previsível, mas inevitável, conversar sobre a escalada de tensões na Groenlândia.
E ainda estamos em janeiro.
Ao lado de Samuel Feldberg (@prof.samuelfeldberg) e Caio Blinder (@caiokblinder), ele chega para aprofundar ainda mais os debates sobre Israel e o Oriente Médio.
No episódio que encerra a terceira temporada, Samuel e Caio estão sozinhos, sem convidados, com suas reflexões inconclusivas como os cenários domésticos de Israel (de onde Samuel fala) e regionais.
Temos o feitiço do tempo, pois, mais de dois anos após o 7 de outubro, em uma certa escala, ainda estamos no 6 de outubro. O Hamas, embora mais fraco, sobrevive, assim como Netanyahu.
E no feitiço do tempo, Caio e Samuel estarão de volta em janeiro. Até lá.
Integrante de uma lendária família de rabinos no Bom Retiro, Dovi Begun conversa com Caio e Samuel sobre sua trajetória justamente do Bom Retiro para Aventura, na Flórida, onde criou e lidera um centro comunitário com 500 famílias de judeus brasileiros. É uma aventura e um desafio para um rabino com 33 anos de idade.
Dovi conversa também sobre um dos temas mais explosivos em Israel: o alistamento militar de jovens ultraortodoxos.
Caio e Samuel, velhos de guerra no combate ao antissemitismo, trazem sangue novo para as batalhas. Eles conversam com Matheus Alexandre, especialista em antissemitismo contemporâneo e novo professor da StandwithUs Brasil.
Matheus explica ser fundamental se apropriar das armas linguísticas e da agilidade dos inimigos para esta guerra, em especial na selva digital.
Samuel e Caio trocam suas posições e neste episódio do Levante são entrevistados pelo jornalista Felipe Moura Brasil.
Sob o comando do Felipe, fazemos as devidas comparações entre violência no Rio e Gaza, mergulhamos na Nova York que será governada por Mamdani, vamos para a Washington governada por Trump e damos também atenção ao vexaminoso espetáculo para tentar impedir (missão fracassada) o debate na Faculdade de Direito da USP.
Na semana after da eleição de Zohran Mamdani como prefeito de Nova York, Levante tem uma convidada sob medida: a jornalista Tania Menai, que vive há 30 anos na cidade.
Tania conversa sobre as apreensões, divisões e expectativas da comunidade judaica sobre um prefeito eleito assumidamente antissionista na capital judaica da Diáspora
Ilan Sztulman, o convidado deste episódio, estava lá, estava no comício da paz em Tel Aviv quando o ex-primeiro-ministro Rabin foi assassinado em 4 de novembro de 1995.
Ilan olha para trás com emoção, fala da exaustão em Israel após 2 anos de guerra e tem esperanças sobre o futuro com sua vasta experiência diplomática, que inclui postos como cônsul-geral de Israel em São Paulo, embaixador na Argentina e chefe da missão em Dubai.
Caio e Samuel conversam com Madeleine Lacsko, jornalista, escritora e YouTuber. Madeleine também é destruidora das narrativas imaginárias da direita e da esquerda sobre Israel. Com Madeleine, a conversa é real sobre Israel, antissemitismo e as narrativas que se alastram nas redes sociais.
Samuel e Caio conversam com um craque de verdade, o jornalista esportivo Benjamin Back, o Benja.
Ele não perde a oportunidade para educar o povão sobre judaísmo e Israel. Sem papas na língua, Benja denuncia o antissemitismo, inclusive de coleguinhas de profissão.
Esse episódio do Levante foi gravado na segunda-feira no calor das emoções que irromperam com a libertação dos últimos 20 reféns vivos. Eles estão em casa! E para esse momento histórico, um convidado sob medida: André Lajst, presidente-executivo do StandwithUs Brasil, para fazer conosco as previsões sobre os cenários imprevisíveis em Gaza, na política interna israelense e no Oriente Médio.
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