Após o Dilúvio, Deus recomeçou a história com Seu povo, por meio de Noé e das pessoas que vieram depois dele. O Senhor também buscou um relacionamento com elas, e a ideia da aliança era central para isso. A Bíblia identifica as sete principais alianças que Deus fez com o povo:
1ª Aliança – com Adão (Gn 1 a 3)
2ª Aliança – com Noé (Gn 6 a 9)
3ª Aliança – com Abraão (Gn 12:1-3)
4ª Aliança – com Moisés e a nação israelita (conhecida como Aliança Sinaítica ou Mosaica – Êx 19 a 24)
5ª Aliança – com Fineias (Nm 25:10-13)
6ª Aliança – com Davi (2Sm 7:5-16)
7ª Aliança – Nova Aliança (Jr 31:31-34)
2. Leia os textos a seguir. O que significa a “aliança eterna”? (Gn 9:16; 17:7; Is 55:3; Hb 13:20). Assinale a alternativa correta:
A.( )Uma aliança que duraria para sempre.
B.( )Uma aliança condicional à fidelidade do povo.
A Bíblia apresenta o termo “aliança eterna” dezesseis vezes. Dessas, treze são especificamente aplicadas à aliança com Abraão; com Israel, no Sinai; e com Davi. Cada uma delas, embora singular, levava a marca da “aliança eterna”. Assim como o evangelho eterno foi anunciado primeiramente em Gênesis 3:15 e depois progressivamente revelado em toda a Bíblia, a mesma lógica se aplica à aliança eterna.
Cada sucessiva aliança serve para esclarecer e aprofundar nossa compreensão da aliança eterna de amor, revelada mais plenamente no plano da salvação. A Nova Aliança e a Antiga Aliança, conforme são muitas vezes distinguidas, contêm os mesmos elementos. 1. Santificação: “Na mente, lhes imprimirei as Minhas leis, também no coração lhas inscreverei” (Jr 31:33; compare com Hb 8:10).
2. Reconciliação: “Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo” (Jr 31:33; Hb 8:10). 3. Missão: “Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor, porque todos Me conhecerão, desde o menor até ao maior deles” (Jr 31:34; Hb 8:11). 4. Justificação: “Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados jamais Me lembrarei” (Jr 31:34; Hb 8:12).