Linguagem com Betânia

Linguagem com Betânia

By Betânia FerreiraEducationLanguage Learning
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Linguagem com Betânia episodes

  • #10 Gêneros textuais e tipos de texto

    Os gêneros textuais surgem do dinamismo das relações sócio-comunicativas e da necessidade dos falantes. Quanto aos tipos de texto, é importante considerar todas as características da base organizacional específica. No geral, identificam-se três tipos de textos - narrativo, descritivo e dissertativo -, cada um deles com as suas características e elementos próprios.

    12 min
  • #9 Coesão versus coerência

    Os elementos coesivos são recursos linguístico-gramaticais responsáveis pela coerência no trato das ideias e, consequentemente, pela qualidade do texto produzido. Por exemplo, é o que acontece com preposições, conjunções, pronomes, elipses e zeugmas, dentre outros elementos coesivos, que atuam como elementos articuladores. Eles costuram as do texto, levando à concatenação lógica.

    12 min
  • #8 Costurando as partes do texto

    As conjunções são recursos linguístico-gramaticais importantes que ajudam a costurar as orações, que se transformam em períodos compostos, que se juntam um ao outro para formar parágrafos, e esses parágrafos se organizam e se colocam em progressão para formar textos, e depois capítulos, e livros.

    10 min
  • #7 Nenhum texto é neutro, é despretensioso

    Nenhum texto é neutro, despretensioso! Quando você lê, ativa uma série de informações, com base - inclusive - em conteúdos aprendidos em sala de aula,  durante todo o período escolar, nas viagens que fez, nos livros que leu. Nas conversas informais, em seminários e lives e em tantas outras situações discursivas. Você, então,  associa tudo isso à realidade do seu texto e à realidade que o cerca.

    10 min
  • #6 O padrão de linguagem faz doutorado

    O domínio da estrutura formal de linguagem, do padrão culto de linguagem, acontece em atendimento à cronologia, mas associado à hierarquia do processo de escolarização. E o desenvolvimento e o amadurecimento intelectual passam também por um processo hierárquico.

    12 min
  • #5 O que se escreve vira documento

    A fala tem grande apoio contextual. A fala permite repetições, redundâncias, truncamentos e até desvios gramaticais! Conta com gestos, com jeitos e trejeitos. Com a escrita é diferente: o que você escreve não se esvai. Não cai no esquecimento não! O que você escreve vira documento! E você não sabe nas mãos de quem vai cair esse documento.

    11 min
  • #4 O que você escreve precisa ser entendido

    Compreender a Língua é explorar a Linguagem. Para isso, é importante entender e valorizar algumas nomenclaturas básicas. Por exemplo: o significado do Processo Discursivo e o Processo de Comunicação, que permitem a interlocução, a conversa, o diálogo.

    5 min
  • #3 Texto e Contexto

    É preciso entender – em primeiro lugar - que o foco do estudo e do aprendizado sobre a estrutura da Língua Portuguesa tem que estar diretamente associado aos conceitos de texto e de contexto.

    3 min
  • #1 Conversas para quem gosta de escrever

    Escrever bem representa a melhor habilidade de uma pessoa, de um profissional que precisa comunicar-se com outro, com o público, com o mundo. E isso precisa acontecer forma clara, direta, objetiva. É preciso estar sempre de olho nessa qualidade.

    3 min
  • #2 Leitura e Escrita

    Ler não é simplesmente passar os olhos no texto, ou acompanhar o curso das palavras... Ler é interpretar. Ler é encontrar significados. Escrever bem é atenção. É exercício intelectual. Escrever bem é experimentar linguagens.

    4 min

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Aprender a escrever não é simplesmente aprender a pensar. A arte de escrever está - principalmente - em aprender a dizer bem o que foi pensado. Por isso quem escreve não pode usar como muletas intelectuais as fórmulas, as receitas fabricadas, as dicas em série, pois elas inibem, cerceiam e até anulam o livre poder de argumentação de quem escreve.