ALERTA: INFORME-SE SOBRE O GOLPE DA CENTRAL E O GOLPE DO CONSIGNADO
Os golpistas ligam para os/as professores/as se utilizando de números muito semelhantes aos números de contato do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e de outros bancos também, sendo que eles informam ao/à professor/a que supostamente houve uma clonagem do cartão ou alguma espécie de invasão do aplicativo de celular do banco, induzindo o/a professor/a a realizar algumas movimentações financeiras sob a falsa justificativa de se tratar de procedimentos de segurança.
Dessa forma, o/a docente é induzido/a a erro a ponto de autorizar transações por meio dos aplicativos do banco e, principalmente, através de autorizações e transferências bancárias em caixa eletrônico.
Além desse Golpe da Central, outro golpe que tem sido bastante recorrente é o chamado Golpe do Consignado em que uma pessoa entra em contato com você e se oferece para comprar o seu consignado, o que acarretaria uma redução do valor dos juros.
Essa pessoa chega a fazer um empréstimo no seu nome, deposita o valor na sua conta e pede para que você pague determinado boleto ou faça um PIX, pagando, supostamente, a dívida anterior. Porém, na verdade, o golpista recolhe o valor que você pagou por boleto ou PIX e você fica com as duas dívidas.
O/a professor/a deve recusar a ligação, desligar, e procurar a agência do banco, para que seja feita uma apuração de forma presencial.
O/a docente não deve fornecer quaisquer dados, autorizações ou realizar transações bancárias seja por aplicativo de celular seja através de caixa eletrônico. Antes de qualquer atitude, procure a localidade física do banco.
Se o/a professor/a cair no golpe, ele/a deve procurar uma unidade da polícia para que seja lavrado um boletim de ocorrência que detalhe todo o ocorrido, pois a partir desse boletim serão promovidas as investigações necessárias e o encaminhamento às autoridades competentes para a apuração de um possível crime de estelionato.
Além disso, o/a docente deve contestar o débito perante o banco, para tentar obter o estorno do valor na via administrativa.
E em caso de outras dúvidas, o/a professor/a deve entrar em contato com o setor jurídico da ADUFU-SS para as devidas orientações.