LIVE PROFANA - DIÁLOGOS PROFANOS

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LIVE PROFANA - DIÁLOGOS PROFANOS episodes

  • DIÁLOGOS PROFANOS - ALESSANDRA DEBS

    Episódio #47! O último de 2021!! 

    Alessandra Debs gosta de dizer que sua especialidade é tatuar no braço projetos de artes e cultura que sejam sementes de beleza e transformação do mundo.  Seja como diretora artística, curadora, jurada, produtora, assessora de imprensa, RP ou o que mais lhe colocarem nas mãos, seu negócio e tórrida paixão é colocar flores nos vasos através da arte. Um de seus mais recentes trabalhos, como diretora artística da casa de shows carioca Manouche, ganhou uma matéria no jornal o Globo, em fevereiro de 2020, elogiando a programação singular que criou para o clube intimista que logo depois seria fechado em função da pandemia.


    39 min
  • DIÁLOGOS PROFANOS - SILVIA MACHETE

    Nascida na cidade do Rio de Janeiro, começou a carreira como artista de circo e street performer na França e depois nos Estados Unidos. Morou em Nova Iorque, São Francisco e Paris. Fez shows em todos os principais festivais de street performer. Voltou a morar no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro e iniciou uma carreira de compositora, cantora e performer. Compôs músicas em parceria com importantes nomes brasileiros de música popular como Erasmo Carlos, Hyldon, Rubinho Jacobina, Edu e Fabiano Krieger, Marcio Pombo, entre outros. Gravou quatro CD's e dois DVD's. Considerada como a principal referência na cena musical e teatral pela critica brasileira, ganhou o prêmio de melhor show de 2010 pela APCA.

    Ficou conhecida em Portugal, onde faz shows com frequência em Lisboa, Porto e Açores. Lançou músicas inéditas de compositores como Moraes Moreira, Eduardo Dussek, Jorge Mautner no disco Souvenir, lançado em 2014. Em junho de 2017, apresentou o show Dussek veste Machete com Eduardo Dussek, que também foi o produtor do espetáculo. No show apresentado no Theatro Net Rio, na cidade do Rio de Janeiro, Machete fez várias performances, interpretando músicas de Dussek.

    45 min
  • DIÁLOGOS PROFANOS - CARU

    CARU é natural de Feira de Santana, porém já habitou muitos lares. Salvador, Madrid, São Paulo e por último (por enquanto), Rio de Janeiro. Além de nômade convicta, é cantora, compositora e CEO de um app de música. Já trabalhou com nomes diversos como Kassin, Paulo Mutti, Julia Branco, Jadsa, Juliana Linhares, Alberto Continentino, Diogo Strausz e Tó Brandileone. Como compositora tem parcerias com os tropicalistas Capinan e nesse momento, pro seu novo trabalho, com Tom Zé. Foi uma das residentes artísticas do Programa ASA - Arte Sônica Amplificada - Oi Futuro + British Council, Shesaid.so e Lighthouse. Mais recentemente, fora selecionada para fazer parte do Festival Faro (RJ) e Festival Aceleração Labsônica - Oi Futuro + Toca do Bandido. Atualmente está acelerando seu app WOW Rank pelo Instituto Ekloos.


    Ilustração por Carol Shimeji

    34 min
  • DIÁLOGOS PROFANOS - JANAÍNA MACHADO & BIANCA LEITE

    Janaína Machado é educadora , pesquisadora e poeta.  Graduada em Letras-Português e Linguística pela Universidade  de São Paulo-USP.  Mestranda  no Programa de Estudos Étnico e Africanos-Pós Afro pela Universidade Federal da Bahia-UFBA. coma pesquisa  Radiografias epistêmicas: poéticas-políticas negras na Bienal de São Paulo. Atualmente atua como assessora do programa de mediação da Fundação Bienal. Desenvolve pesquisa e trabalhos de formação sobre a temática étnico-racial nos campos da mediação e da performance da negritude.  Publicou artigos na Revista Correio das Artes sobre a performance Marca-dor de Stênio Soares: um corpo denúncia (2016), o artigo "Não somos fãs de canalhas": As poéticas políticas afrodiaspóricas na 34ª Bienal de São Paulo.(2021) na Revista CAOS-UFBP, o artigo  A poética da aparição e cura: reflexões a partir da gramática negra corporal amplificada no Livro da ABRACE (2021), o artigo  Ações Performáticas Negras: A Gramática Corporal Negra Contestatória como ferramenta contra-hegemônica na revista Rascunhos: Dossiê Poéticas Negra: Epistemologias, Diálogos e Escrituras pela EDUFU (2020) e os textos Pimenta é vida na Coletânea de Literatura Negra Feminina Louva Deusas e o texto "Moço" na 3ª  Coletânea de Literatura e Arte Feminista Negra intitulada Erupções Feministas Negras.  Coordenou campanhas e projetos culturais relacionados à diáspora africana e à Cultura Hip-Hop ( WAPI Brasil- Palavras e Imagens, o projeto Escola de Hip-Hop Itinerante e o projeto Hip-hop & Bandas- Conexões Rap.


    Bianca Leite nasceu em 1985 em São Paulo, onde vive e trabalha. Leite é artista visual, educadora e pesquisadora lésbica e negra. Ao longo de dez anos, a produção da artista busca investigar o conceito de gênero a partir de reflexões ligadas à sexualidade da mulher. Em sua prática, Leite afirma sua identidade negra, que se materializa em forma de autorretratos, desenhos, pinturas abstratas, esculturas e instalações, onde é possível encontrar referências às culturas afro-diaspóricas. As duas vertentes, amparadas por uma constante pesquisa em torno de teorias do feminismo negro, encontram-se dentro da obra de Leite de forma necessariamente interseccional.


    Entres as exposições das quais participou estão as coletivas "Tensões contidas", na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (São Paulo, 2018); "Diálogos e transgressões", no Sesc Santo Amaro (São Paulo, 2017); "Entre o que nos forma e nos formata", no Centro Cultural da Penha (São Paulo, 2015); e "Sou uma mulher de tijolos à vista", no Condomínio Cultural (São Paulo, 2015).

    Desde 2020, Bianca Leite integra o Levante Nacional Trovoa - coletivo de curadoras e artistas racializadas. Em 2019, Leite torna-se artista residente no centro cultural independente Marieta, no centro de São Paulo.


    Ilustração por Carol Shimeji

    37 min
  • DIÁLOGOS PROFANOS - ARÍCIA MESS

    Artista singular e inovadora, a niteroiense Arícia Mess despontou em meados dos 90, num núcleo musical multiforme, a partir do Rio, inicialmente denominado retropicalismo, que revelaria ainda Pedro Luís (e o grupo Boato), Suely Mesquita, Luis Capucho, Mathilda Kóvak, Fred Martins e Rodrigo Campelo. Seu trajeto musical passou pelo álbum e vídeo do "Bloco Rap Rio", ao lado de Fernanda Abreu, Fausto Fawcett, Planet Hemp e B Negão, em 1997. Seu primeiro solo, “Cabeça coração” sairia em 2001, produzido por ela, Carlos Trilha e Fernando Morello, com sucessos como “O homem dos olhos de raio X” (Lenine) e “Superlegal”, anteriormente lançado na Europa como single pelo selo londrino Far Out. Uma década depois, viria “Onde mora o segredo”, também produzido por Trilha e a intérprete, com destaque para a iconoclasta “Black is beautiful”, dos irmãos Marcos e Paulo Sérgio Valle. Mais uma década, e ela ressurge, neste 2021, com seu álbum mais globalizado, “Versos do mundo”, composto e gravado entre Lisboa, Londres, Salvador e São Paulo, lançado pelo selo Korokoro (Alemanha/Inglaterra).

    Ilustração por Carol Shimeji 

    31 min
  • DIALOGOS PROFANOS - SIMONE MAGALHÃES

    Simone Magalhães tem mais de 30 anos de carreira na cidade de Curitiba, desenvolvendo um trabalho entre o teatro, a música e a militância antiracista enquanto mulher preta e sapatão. Em 2008 ganhou o Troféu Gralha Azul de Melhor Atriz por sua atuação no Espetáculo Pixaim. No cinema atuou com Lázaro Ramos no filme Cafundó e direção de Paulo Betti. É artista residente e programadora do Espaço Cultural Casa Selvática, realizando mensalmente a Tarde Preta - Encontro entre criadores pretas. Em novembro de 2014 estreiou como cantora e compositora o musical performático "Por que não tem Paquita Preta?" na Casa Selvática, tendo realizado mais de 50 apresentações em diversas cidades do Brasil. Em 2017 participou do Festival Ruído EnCena, em um show junto a Linn da Quebrada, Roseane Santos e Janine Mathias. Simone é também arte educadora e oficineira de teatro no CAPS da região metropolitana de Curitiba. Em 2021 lançou uma campanha para tentar realizar seu mais novo projeto: Planeta Caminhão.

    Ilustração por Carol Shimeji

    43 min
  • DIÁLOGOS PROFANOS - NEGA DUDA

    Influenciada pelos ensinamentos de sua mãe e sua vó, Nega Duda vem desde sua infância em São Francisco do Conde, cidade pertencente ao Recôncavo Baiano, vivenciando e absorvendo a cultura local, que traz dentre suas ricas manifestações culturais e religiosas, a Roda de Samba, o Candomblé e a culinária ancestral da tradição Angola. A partir de 2005, teve a fantástica experiência de levar o que aprendeu para outros espaços pelo mundo, acumulando vasta experiência como cantora do legítimo Samba de Roda.

    Ilustração por Carol Shimeji

    33 min
  • DIÁLOGOS PROFANOS - BÁRBARA EUGÊNIA

    CHEGAMOS NO EPISÓDIO #40!!!! \O/

    Bárbara Eugênia é cantora, compositora e produtora. Começou sua carreira em 2008 tendo 4 álbuns solo e dois trabalhos paralelos lançados. Bárbara vem assinando a coprodução de seus discos desde 2014, além de produzir outros artistas e trilhas sonoras. Participou de diversos festivais, programas de tv e rádio, e realizou turnês também fora do Brasil. Em 2014, levou o prêmio Multishow de Música Brasileira pela versão de Porque Brigamos, clássico eternizado por Diana, e teve sua canção Coração na trilha da novela Velho Chico.  Navegando pelos reinos dos amores em todas as suas expressões, ela traz ritmos brasileiros, rock, blues, synth pop, tudo que lhe é referência serve de inspiração e chega em suas canções de forma natural. Agora, ela apresenta Djane Fonda, sua persona retrô futurista no universo das pistas de dança.

    Ilustração por Carol Shimeji

    36 min
  • DIÁLOGOS PROFANOS - JUÇARA MARÇAL

    Episódio #39 com Juçara Marçal!! 

    Cantora do Metá Metá, ela integrou os grupos Vésper Vocal, A Barca e Ilu Obá De Min. Em 2014 lançou seu primeiro disco solo, “Encarnado”. O álbum foi um sucesso de público e crítica e venceu o Prêmio APCA, Governador do Estado e Multishow, entre outros. No ano seguinte, Juçara lançou “Anganga” ao lado do músico e experimentador carioca Cadu Tenório.

    Em 2017, inspirada no livro “O mito de Sísifo” de Albert Camus, ela lançou “Sambas do Absurdo” com Rodrigo Campos e Gui Amabis.  Desde 2018, Juçara realiza, ao lado de Kiko Dinucci e Thais Nicodemo, o show “Brigitte Fontaine”, em que canta em francês repertório da artista. Em fevereiro de 2019, Marçal estreou como atriz na peça “Gota d’água {Preta}”, montagem do clássico de Chico Buarque e Paulo Pontes, com elenco majoritariamente negro. Agora ela busca uma nova página nessa carreira de êxitos.


    Ilustração por Carol Shimeji 

    38 min
  • DIÁLOGOS PROFANOS - CRIS BRAUN

    "Cris Braun não é uma artista esquecida. Cris Braun não é uma cult da década de 90. Cris Braun continua sendo uma das maiores cantoras e compositoras do séc XXI Cris despontou como vocalista dos Sex Beatles. Entre os seus membros estava o guitarrista e compositor Alvin L. Gravaram dois CDs , Automobília (1994) e Mondo passionale (1995), pelo selo RockIt!, do guitarrista Dado Villa-Lobos, Aliás, para entender melhor a cabeça de Cris, cabe mencionar que ela foi amiga – de verdade – de Renato Russo. Não que Cris soe como uma versão feminina de Renato, nada disso. Onde ele era hot, ela é cool. Há em comum, no entanto, uma certa angústia, um certo desejo de tornar esse tal de roquenrol uma coisa menos pueril, menos efêmera. Não à toa, Atemporal foi o nome do segundo disco solo dela, lançado em 2004, pelo selo Psicotrônica, de Beni Borja, ex-baterista do Kid Abelha. O primeiro, se chamava -Cuidado com Pessoas como Eu - e foi lançado pelo selo que Marina Lima teve dentro da Universal, o Fullgás. A menção a quem deu guarida a cada disco de Cris é também importante para localizar o círculo de admiração que esta loura, baixinha e agitada sempre despertou." Discografia : Automobilia - Sex Beatles 1994- Rockit Mondo Passionale -1995- Rockit Cuidado com pessoas como eu -1997 - Fullgás- Universal Atemporal- 2004- Psicotrônica Fábula - 2012-Tratore Filme- 2015- Tratore Single- Tudo que vc queria saber sobre si mesmo- Lab344, 2021 Quase Erótica- Lab344, 2021.


    Ilustração por Carol Shimeji

    37 min

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