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Livro do Eclesiástico 35,15b-17.20-22a
[15b] O Senhor é um juiz que não faz
discriminação de pessoas.
[16] Ele não é parcial em prejuízo do pobre, mas escuta,
sim, as súplicas dos oprimidos;
[17] jamais despreza a súplica do órfão, nem da viúva,
quando desabafa suas mágoas.
[20] Quem serve a Deus como ele o quer, será bem
acolhido e suas súplicas subirão até as nuvens.
[21] A prece do humilde atravessa as nuvens:
enquanto não chegar não terá repouso;
e não descansará até que o Altíssimo intervenha,
[22a] faça justiça aos justos e execute o julgamento.
Reflexão
O livro do Eclesiástico, traz uma série de
reflexões do século II a.C.
O autor viveu em um tempo no qual os judeus de
Jerusalém possuíam boas relações com seus
governantes egípcios, os primeiros Ptolomeus
(sucessores de Alexandre Magno no Egito),
que patrocinaram a tradução da Bíblia para o grego.
O trecho da primeira leitura se situa em uma coletânea
de máximas a respeito de diferentes temas
de ensino para os judeus.
Entre tantos, há o assunto do sacrifício aceito
ou rejeitado por Deus.
Será que Deus acolhe, do mesmo modo, os opressores
E os sofredores?
O verdadeiro sacrifício a Deus se baseia na justiça.
A injustiça designa uma corrupção do culto.
Assim, Deus não se deixa comprar com presentes,
como se valesse com ele a relação de troca,
comum entre humanos.
Ele não faz acepção de pessoas.
Deus ouve os injustiçados e age em favor
dos órfãos e viúvas.
Se a primeira parte da leitura apresenta mais a reação
de Deus, a outra parte destaca a oração em si mesma.
Ela chegará até Deus se for humilde e verdadeira.
Por conseguinte, Deus agirá com justiça em
favor dos desvalidos.
A relação com Deus na oração se caracteriza pela
verdade que ele conhece do ser humano.
Se entre as pessoas pode valer a imagem, os bens,
os feitos e o status social, nada disso adianta para Deus.
Ele quer nosso ser disponível para acolher seu amor
verdadeiramente.
By REINALDO ROCHALivro do Eclesiástico 35,15b-17.20-22a
[15b] O Senhor é um juiz que não faz
discriminação de pessoas.
[16] Ele não é parcial em prejuízo do pobre, mas escuta,
sim, as súplicas dos oprimidos;
[17] jamais despreza a súplica do órfão, nem da viúva,
quando desabafa suas mágoas.
[20] Quem serve a Deus como ele o quer, será bem
acolhido e suas súplicas subirão até as nuvens.
[21] A prece do humilde atravessa as nuvens:
enquanto não chegar não terá repouso;
e não descansará até que o Altíssimo intervenha,
[22a] faça justiça aos justos e execute o julgamento.
Reflexão
O livro do Eclesiástico, traz uma série de
reflexões do século II a.C.
O autor viveu em um tempo no qual os judeus de
Jerusalém possuíam boas relações com seus
governantes egípcios, os primeiros Ptolomeus
(sucessores de Alexandre Magno no Egito),
que patrocinaram a tradução da Bíblia para o grego.
O trecho da primeira leitura se situa em uma coletânea
de máximas a respeito de diferentes temas
de ensino para os judeus.
Entre tantos, há o assunto do sacrifício aceito
ou rejeitado por Deus.
Será que Deus acolhe, do mesmo modo, os opressores
E os sofredores?
O verdadeiro sacrifício a Deus se baseia na justiça.
A injustiça designa uma corrupção do culto.
Assim, Deus não se deixa comprar com presentes,
como se valesse com ele a relação de troca,
comum entre humanos.
Ele não faz acepção de pessoas.
Deus ouve os injustiçados e age em favor
dos órfãos e viúvas.
Se a primeira parte da leitura apresenta mais a reação
de Deus, a outra parte destaca a oração em si mesma.
Ela chegará até Deus se for humilde e verdadeira.
Por conseguinte, Deus agirá com justiça em
favor dos desvalidos.
A relação com Deus na oração se caracteriza pela
verdade que ele conhece do ser humano.
Se entre as pessoas pode valer a imagem, os bens,
os feitos e o status social, nada disso adianta para Deus.
Ele quer nosso ser disponível para acolher seu amor
verdadeiramente.

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