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Tony Neves, em RomaLeão XIV escreveu a sua primeira mensagem da Quaresma como Papa. D. Pedro Fernandes escreveu também a sua primeira mensagem como Bispo (Portalegre -Castelo Branco). Os começos têm sempre muito fascínio, porque afiguram-se como programáticos. Este tempo favorável à conversão, à oração e à partilha é sempre desafiante.O Papa Leão apostou em duas palavras-chave: Escutar e jejuar. Apresentou a Quaresma como um tempo de conversão, altura favorável a ‘que a nossa fé ganhe novo impulso e o coração não se perca entre as inquietações e as distrações do quotidiano’.Escutar, antes de mais e acima de tudo, a Palavra de Deus, para conseguirmos melhor escutar a realidade: ‘as Sagradas Escrituras tornam-nos capazes de reconhecer aquela que surge do sofrimento e da injustiça, para que não fique sem resposta. Entrar nesta disposição interior de recetividade significa deixar-se instruir hoje por Deus para escutar como Ele, até reconhecer que ‘a condição dos pobres representa um grito que, na história da humanidade, interpela constantemente a nossa vida, as nossas sociedades, os sistemas políticos e económicos e, sobretudo, a Igreja’’.
By Agência ECCLESIATony Neves, em RomaLeão XIV escreveu a sua primeira mensagem da Quaresma como Papa. D. Pedro Fernandes escreveu também a sua primeira mensagem como Bispo (Portalegre -Castelo Branco). Os começos têm sempre muito fascínio, porque afiguram-se como programáticos. Este tempo favorável à conversão, à oração e à partilha é sempre desafiante.O Papa Leão apostou em duas palavras-chave: Escutar e jejuar. Apresentou a Quaresma como um tempo de conversão, altura favorável a ‘que a nossa fé ganhe novo impulso e o coração não se perca entre as inquietações e as distrações do quotidiano’.Escutar, antes de mais e acima de tudo, a Palavra de Deus, para conseguirmos melhor escutar a realidade: ‘as Sagradas Escrituras tornam-nos capazes de reconhecer aquela que surge do sofrimento e da injustiça, para que não fique sem resposta. Entrar nesta disposição interior de recetividade significa deixar-se instruir hoje por Deus para escutar como Ele, até reconhecer que ‘a condição dos pobres representa um grito que, na história da humanidade, interpela constantemente a nossa vida, as nossas sociedades, os sistemas políticos e económicos e, sobretudo, a Igreja’’.