O promotor diz que durante a pandemia a situação de crianças em várias áreas foram afetadas e, por isso, houve toda uma mobilização do MP para ter uma atuação mais especializada. Ele chama atenção que no início das infecções pelo coronavírus surgiu uma ideia de que crianças eram imunes, o que não é verdade. "Muitas crianças perderam a vida e tiveram sequelas por causa do [coronavírus]", alerta.
Nessa linha, Carlos informa que o MP mantém uma fiscalização cotidiana mensal para reunir os dados de crianças afetadas pela doença e também discutir fluxo de atendimento de saúde para este público.