Pediatra e diretor de defesa profissional da Sociedade Baiana de Pediatria (Sobape), Cefas Oliveira, foi o convidado da vez do podcast do Portal M! e sugeriu que os profissionais podem ser responsabilizados. Segundo o especialista, a forma que Cauan foi atendido não foi um procedimento comum e o diagnóstico foi tardio.
"O que aconteceu com essa criança, uma criança saudável, foi sim um evento muito grave. Ele teve uma aspiração de um objeto grave que inicialmente deve ter causado apenas uma obstrução parcial das vias respiratórias e esse diagnóstico foi tardio. Esse caso vai ser investigado para que a gente evite casos como estes.