Uma das profissões mais antigas da história, a prostituição, também não passou ilesa pela pandemia do novo coronavírus. E, nesse momento difícil, a Associação das Profissionais do Sexo da Bahia (Aprosba) vem tentando ajudar a essas trabalhadoras que vem passando necessidades até severas com a queda brusca na quantidade de clientes que procuram os serviços oferecidos por elas.
Para tentar amenizar os transtornos, a instituição que existe há mais de 20 anos vem fazendo vaquinhas na internet e campanhas, no intuito de pedir a doação de alimentos, produtos de higiene e limpeza.
Mesmo assim, segundo ela, as ações não tem sido suficentes. Ao todo, são cerca de 800 profissionais do ramo em todo o estado e pelo menos 40% das que procuraram a entidade receberam o auxílio emergencial.
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