O fato de a Organização Mundial de Saúde (OMS) acrescentar a velhice como doença listada pela Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID) tem gerado protestos na classe médica.
A nova versão passa a valer em janeiro de 2022, com prazo de três anos para ser implementada. Os que defendem a mudança argumentam que a classificação não torna a velhice uma doença e sim uma "condição".
Contrária à decisão da entidade, a geriatra Josecy Peixoto argumenta que a inclusão das pessoas na terceira idade como doentes é um "desserviço", além de ter um potencial de mascarar outros problemas, aumentar o preconceito contra idosos e e interferir no tratamento e pesquisa de enfermidades.