Membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP), professor de Direito Eleitoral e assessor jurídico na Câmara dos Deputados e de diversos municípios, Neomar afirmou que, na disputa eleitoral de 2022, que tem sido tencionada e envolta de ataques pessoais, a disseminação de informações falsas se torna ainda mais propícia.
Para o especialista, as redes têm sido a principal forma de conexão entre o candidato e o eleitor, por isso, se tornou um meio de comunicação bastante explorado, o que requer uma atenção especial. "Em 2020 e em 2018, nós vimos as redes sociais definindo o processo eleitoral. Imagine que o então candidato Jair Bolsonaro, tinha de seis a sete segundos de televisão, muito diferente do tempo que outros candidatos tinham de mídia na propaganda eleitoral gratuita", lembrou.