O especialista - que é palestrante e acumula 35 anos de experiência na área de Psicologia - explica que ser solitário não é o fim do mundo - e é, sim, uma situação que pode ser transitória.
"A questão está em não basear a sua felicidade no outro, você tem que ser feliz, independentemente de se existe outra pessoa ou não, porque você é responsável pela sua felicidade, e não o outro", pontua.