Nada do que existe hoje nas religiões afro-brasileiras surgiu de forma tranquila.
Neste episódio, abordamos o tráfico transatlântico de africanos escravizados e como esse processo violento forçou o encontro entre diferentes povos, culturas e espiritualidades.
Bantu, Nagô e Jeje foram misturados à força — e, na dor, reconstruíram suas práticas religiosas como forma de resistência.
Sincretismo, perseguição, apagamento…
mas também sobrevivência.
Um episódio necessário para entender que a espiritualidade afro-brasileira não nasce só da fé — nasce da luta.