Mães brasileiras na Itália, na China e no Irã relatam experiências de quarentena que poderemos viver aqui
Seis mães: uma na China, uma na Itália, uma no Irã e outras três em São Paulo.
Um assunto de cinco sílabas: co-ro-na-ví-rus.
Uma forma de olhar o futuro: Quem começou uma quarentena no Brasil agora fala com quem iniciou o isolamento há dois meses. O que vem por aí, afinal?
Pandemia
Ouvimos mães que estão nos três países com maior incidência da pandemia. O que podem nos ensinar as histórias da escritora Flávia Gimenes, que mora em Xangai, da fashion stylist Karina Moreira, em Milão, e da jornalista Clara Becker, que traçou vários planos de “fuga” para sair do Irã até chegar ao Brasil?
Pânico e racionamento
Todas viveram ou vivem em confinamento e estão em estágios à frente do Brasil. “Vivemos momentos de pânico e racionamento de comida”, diz Flávia, que passou uma “quarentena” de 57 dias. “Teve farmácia em Teerã leiloando máscara. Quem pagava mais levava”, conta Clara. “Aqui a multa foi de 206 euros para 5 mil euros para quem sai de casa sem permissão”, completa Karina.