Já lhes chamei inclusivamente “obras de Santa Engrácia” por comparação com as da construção da Igreja desse nome, em Lisboa, que se iniciaram no século XVI e de que eu me lembro bem de serem acabadas. No caso do novo Mercado Municipal, as coisas começaram mal logo antes da obra se iniciar em meados de 2019, com uma extrema inumanidade na forma como os comerciantes, alguns com dezenas de anos no espaço, foram dali afastados.