MANIA DE HISTORY

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By Luís Carlos LinsEducation
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MANIA DE HISTORY episodes

  • REVOLUÇÃO DOS CRAVOS
    Autor luiscarlossilvalinsPublicado em25 de abril de 2021CategoriasHistória, Mania de históriaTagsDitadura, Portugal, revolução dos cravos, Salazar
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     MANIA DE HISTORY EM PODCASTS
    BREVE HISTÓRICO DA IMPUNIDADE NO BRASIL
    Na colônia e no império, a impunidade atordoava autoridades e impressionava estrangeiros
    OS CIGANOS NA HISTÓRIA
    A história dos ciganos que hoje são cerca de 12 milhões espalhados pelo mundo não é tão colorida quanto eles: teve diáspora, perseguição, escravidão e genocídio.
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    SIGNIFICADO DOS NOMES DOS MESES
    ARQUIVOS NO EXTERIOR
    ARQUIVO HISTÓRICO SOBRE A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL 0
    ARQUIVO NACIONAL DO TOMBO EM PORTUGAL 0
    AUDIOTECA DE REPORTAGENS – EM FRANCÊS 0
    BIBLIOTECA MUNDIAL DA UNESCO 0
    Harry Truman Digital Archive 0
    Latin American Network Information Center 0
    Library of the Congress – Washington – EUA 0
    National Museum of american History – EUA 0
    SITE DO VATICANO 0
    World History Archives 0
    ARQUIVOS PARA PESQUISA NO BRASIL
    ARQUIVO HISTÓRICO JUDAICO NO BRASIL 0
    ARQUIVO NACIONAL 0
    ARQUIVO PÚBLICO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO 0
    ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO 0
    ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO 0
    ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 0
    BANCO DE DADOS DA FOLHA DE SÃO PAULO 0
    BANDEIRAS HISTÓRICAS DO BRASIL 0
    CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E MEMÓRIA DA UNESP 0
    CENTRO DE PESQUISA E DOCUMENTAÇÃO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO BRASIL 0
    DEPARTAMENTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO – SÃO PAULO 0
    FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA 0
    FUNDAÇÃO CULTURAL PALMARES 0
    FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO 0
    HISTÓRIA E DOCUMENTOS SOBRE O ARRAIAL DE CANUDOS 0
    LAMPIÃO, UMA VIAGEM PELO CANGAÇO 0
    MILÊNIO – 5.400 ANOS DE HISTÓRIA 0
    ARTES PLÁSTICAS
    A ARTE NA HISTÓRIA 0
    A HISTÓRIA DA ARTE 0
    ARTE DE CIVILIZAÇÕES 0
    CÍCERO DIAS 0
    JULIANA GOMIDE 0
    PORTAL DAS ARTES 0
    VEJA DIGITAL 0
    ATLAS ANCESTRAL
    ATLAS ANCESTRAL ATLAS DIGITAL DA TERRA SAGRADA COM INFORMAÇÕES ARQUEOLÓGICAS E HISTÓRICAS. A PÁGINA ESTÁ EM INGLÊS, MAS É UMA IMPORTANTE
    5 min
  • OS CIGANOS NA HISTÓRIA
    A história dos ciganos que hoje são cerca de 12 milhões espalhados pelo mundo não é tão colorida quanto eles: teve diáspora, perseguição, escravidão e genocídio.
    5 min
  • ALDEIA DE ESCADA: ESBULHOS DE TERRAS E RESISTÊNCIA INDÍGENA EM PERNAMBUCO NO SÉCULO XIX
    ALDEIA DE ESCADA: ESBULHOS DE TERRAS E RESISTÊNCIA INDÍGENA EM PERNAMBUCO NO SÉCULO XIX
    Edson Silva
    A invisibilidade dos índios na História
    A história dos povos indígenas no Brasil, das relações entre os povos indígenas e os não-índios, ainda são muito desconhecidas. No geral, os estudos de História do Brasil, mesmo aqueles que representam abordagens críticas, minimizaram a presença indígena na história do país, relegando-a aos momentos iniciais da colonização. Essa visão permanece, salvo algumas poucas exceções, nos livros didáticos, no ensino em todos os níveis, inclusive no universitário. Uma visão etnocêntrica com múltiplas facetas condenou e condena os povos indígenas à invisibilidade na História, sucumbidos diante da marcha da “civilização”.
    Todavia, nos últimos anos surgiram diversos estudos, resultados de pesquisas em sua maior parte na área da Antropologia, estudos estes que se utilizando de novas abordagens, metodologias e conceitos, estreitaram as fronteiras com a História. Esses estudos, em suas novas abordagens, análises e reflexões, foram também respostas na busca de explicações ao fenômeno da presença, da emergência e da afirmação étnica de povos até então tidos como extintos ou “restos” condenados ao desaparecimento, nas regiões nas antigas da colonização portuguesa, como no caso do Nordeste. Foram produzidas significativas reflexões sobre a história indígena, que obrigou-nos repensar a história da colonização, a História do Brasil até então conhecida, ensinada, discutida
    3 min
  • A TERRA DOS PAPAGAIOS
    A “terra dos papagaios”
    e do brasil – o século XVI
    por Adriana Lopez (Historiadora)
    Em agosto de 1501, o rei de Portugal, Manuel I, enviou a seus sogros, os reis de Castela e Aragão, um relato minucioso sobre a viagem realizada pela segunda armada enviada à Índia pela rota do Cabo. Nessa longa carta, Manuel I faz rápida menção ao achamento de uma terra no hemisfério austral “mui conveniente e necessária à navegação da Índia”. Pouco mais de um ano após o retorno da naveta comandada por Gaspar Lemos, trazendo a notícia do achado e do reconhecimento de mais de 150 léguas de costa no oeste do Atlântico Sul, oficializava-se a posse dos novos territórios. Uma aura de sigilo a escondia: o rei português havia proibido a divulgação de mapas que revelassem sua localização, sob pena de morte.
    Após o retorno da armada do Oriente, a notícia logo ganhou os principais portos europeus. Por volta de 1503, começa a circular em Paris, em italiano, uma versão alterada da carta Novus Mundus, originalmente escrita pelo agente comercial florentino Américo Vespúcio, na qual se dão a conhecer as primeiras notícias a respeito das novas posses do rei de Portugal. A correspondência enviada por espiões venezianos e representantes de casas comerciais italianas em Lisboa alude com frequência ao descobrimento da “terra dos papagaios”.
    3 min
  • O FANÁTICO TOMÁS DE TORQUEMADA
    Tomás de Torquemada: O fanático da Inquisição
    Para proteger a fé, o frade Tomás de Torquemada recomendava parafusos nos polegares dos heréticos
    Na Espanha do fim do século 15, a fama do inquisidor Tomás de Torquemada chegava aos quatro cantos da Espanha. Queridinho da rainha Isabel (vulgo “a Católica”), Tomás – que era frade dominicano – queria livrar o reino de heresias religiosas. Desde que fora nomeado inquisidor-geral pelo papa Inocêncio VIII, perseguiu judeus, agiotas, bígamos, homossexuais e bruxas. Os suspeitos eram enviados, sem qualquer explicação, aos calabouços da Inquisição para interrogatório. Ali, durante os açoitamentos e torturas, o sinistro religioso ficava rezando baixinho enquanto os carrascos aplicavam parafusos nos polegares, arrancavam unhas e dilaceravam a pele dos presos com pinças em brasa. Suspeitas de bruxaria eram despidas, para que os carrascos procurassem pelo corpo tatuagens de pentagramas invertidos, considerados “marcas do diabo” (stigmata diaboli). Deu para assustar? Isso era só o começo. Depois de arrancadas as confissões, os “hereges” eram enviados a julgamento, quase sempre em praça pública, eventos chamados autos-da-fé. Mais de 10 mil acusados de feitiçaria e heresia foram condenados à fogueira, que era acendida ali mesmo.
    Chegou uma hora, contudo, em que o próprio Vaticano – assustado com a sanha assassina do frade – pediu que Torquemada moderasse. Tomás ignorou a ordem, e acabou destituído do cargo em 1494. Magoado, retirou-se para um convento, morrendo em 1498 enquanto dormia. Sua morte foi indolor.
    4 min
  • JOAQUIM JOSÉ, O TIRADENTES
    Por Laís Guedes
     
    Editora selecionou 14 títulos que podem ser acessados em plataformas como Amazon e Kobo
     
    A Cepe (Companhia Editora de Pernambuco) liberou o download gratuito de 14 e-books de seu acervo. Até o dia 31 de março, os títulos, direcionados ao público adulto e infanto-juvenil, estarão disponíveis na Amazon, Apple, Kobo, Google Play Books e Livraria Cultura. O intuito é incentivar a leitura como atividade satisfatória e prazerosa nos dias atuais, marcados pela quarentena como forma de combate à transmissão do coronavírus.
    Confira os títulos abaixo:
     
    30 Entrevistas da revista Continente – Adriana Dória Matos (org.): “São trinta copos de chopp, são trinta homens sentados, trezentos desejos presos, trinta mil sonhos frustrados”, escreveu o poeta Carlos Pena Filho. Neste livro, são 30 entrevistas publicadas na revista Continente, selecionadas entre tantas outras, no intervalo de 10 anos. Aqui, o leitor terá o prazer do encontro com vozes potentes de artistas, músicos, cineastas, sociólogos, filósofos, entre outras ocupações nas áreas das Ciências Sociais e Humanas. Gente que, com suas ideias e experiências, é capaz de nos esclarecer e enternecer, a despeito das mudanças ocorridas, porque, assim como o poema de Carlos Pena, o que eles dizem desconhece limites de tempo e espaço.
    Caminho áspero e outros poemas – Severino Filgueira: Normalmente associado à chamada Geração 65 da literatura pernambucana, Severino Filgueira é, na verdade, um poeta que escapa de classificações, que talvez se enquadrasse mais na famosa tradição de poetas “malditos”. Dono de uma dicção peculiar que, como fogo hermético, caminha entre o rigor formal e o mergulho libertário surrealista, sobrevoando o nonsense, é um poeta cujo perfil não convencional, beirando o enigmático, ajudou a construir em torno de si um grupo seleto, mas fiel, de admiradores e leitores. Caminho áspero e outros poemas é uma coletânea em que se percebem as múltiplas facetas deste artista singular, um grande esteta de formas fixas, em especial do soneto, gênero que ele renova em combinações desconcertantes, ao mesmo tempo em que explora o verso livre com maestria. “A linguagem é minha única armadura/ para assim merecer a deslembrança”, diz o poeta, e os antigos e novos leitores assim se vestem de poesia.
    Os Casos Especiais de Osman Lins – Adriano Portela (org.): Nascido em Vitória de Santo Antão, Pernambuco, Osman Lins é autor de contos, romances, narrativas, ensaios e peças de teatro. O romance Avalovara (1973) é considerado sua obra-prima. No final da década de 1970, Osman Lins enveredou na aventura televisiva, escrevendo, roteirizando e adaptando para o programa Caso Especial, da Rede Globo, os episódios: A ilha no espaço, Quem era Shirley Temple? e Marcha Fúnebre. Estes são os invólucros de suas histórias, analisadas pelo crítico Adriano Portela em sua dissertação de mestrado – sob orientação da professora doutora Ermelinda Ferreira – e que agora propõe a reedição da obra osmaniana. Quarenta anos depois, o pesquisador, na oportunidade da publicação pela Cepe Editora, resgata os três roteiros finalizados pelo autor pernambucano; textos pouco conhecidos e divulgados, nos quais fica evidente a continuidade de sua incansável luta pela independência do país por meio do aprimoramento da capacidade crítica de seu povo.
    Ficcionais – Scheneider Carpeggiani (org.): Organizado em comemoração aos cinco anos do suplemento Pernambuco, da Companhia Editora de Pernambuco, a obra reúne textos de 32 autores que colaboraram para a sessão “Bastidores”, falando sobre seus processos de criação, entre eles Rubens Figueiredo, conhecido tradutor do russo, a escritora de livros infantis Ana Maria Machado, o escritor e crítico literário José Castello, e outros.
    O Filho das Viúvas – Pedro Veludo: A descoberta acidental de um livro num Sebo é o ponto de partida para esta história. Enquanto o texto relata a busca intensa de Catrônfilo, o protagonista, pela identidade da mãe, o narrador procura obsessiv
    3 min
  • TIRADENTES, O HERÓI DESPEDAÇADO
    Por Laís Guedes
     
    Editora selecionou 14 títulos que podem ser acessados em plataformas como Amazon e Kobo
     
    A Cepe (Companhia Editora de Pernambuco) liberou o download gratuito de 14 e-books de seu acervo. Até o dia 31 de março, os títulos, direcionados ao público adulto e infanto-juvenil, estarão disponíveis na Amazon, Apple, Kobo, Google Play Books e Livraria Cultura. O intuito é incentivar a leitura como atividade satisfatória e prazerosa nos dias atuais, marcados pela quarentena como forma de combate à transmissão do coronavírus.
    Confira os títulos abaixo:
     
    30 Entrevistas da revista Continente – Adriana Dória Matos (org.): “São trinta copos de chopp, são trinta homens sentados, trezentos desejos presos, trinta mil sonhos frustrados”, escreveu o poeta Carlos Pena Filho. Neste livro, são 30 entrevistas publicadas na revista Continente, selecionadas entre tantas outras, no intervalo de 10 anos. Aqui, o leitor terá o prazer do encontro com vozes potentes de artistas, músicos, cineastas, sociólogos, filósofos, entre outras ocupações nas áreas das Ciências Sociais e Humanas. Gente que, com suas ideias e experiências, é capaz de nos esclarecer e enternecer, a despeito das mudanças ocorridas, porque, assim como o poema de Carlos Pena, o que eles dizem desconhece limites de tempo e espaço.
    Caminho áspero e outros poemas – Severino Filgueira: Normalmente associado à chamada Geração 65 da literatura pernambucana, Severino Filgueira é, na verdade, um poeta que escapa de classificações, que talvez se enquadrasse mais na famosa tradição de poetas “malditos”. Dono de uma dicção peculiar que, como fogo hermético, caminha entre o rigor formal e o mergulho libertário surrealista, sobrevoando o nonsense, é um poeta cujo perfil não convencional, beirando o enigmático, ajudou a construir em torno de si um grupo seleto, mas fiel, de admiradores e leitores. Caminho áspero e outros poemas é uma coletânea em que se percebem as múltiplas facetas deste artista singular, um grande esteta de formas fixas, em especial do soneto, gênero que ele renova em combinações desconcertantes, ao mesmo tempo em que explora o verso livre com maestria. “A linguagem é minha única armadura/ para assim merecer a deslembrança”, diz o poeta, e os antigos e novos leitores assim se vestem de poesia.
    Os Casos Especiais de Osman Lins – Adriano Portela (org.): Nascido em Vitória de Santo Antão, Pernambuco, Osman Lins é autor de contos, romances, narrativas, ensaios e peças de teatro. O romance Avalovara (1973) é considerado sua obra-prima. No final da década de 1970, Osman Lins enveredou na aventura televisiva, escrevendo, roteirizando e adaptando para o programa Caso Especial, da Rede Globo, os episódios: A ilha no espaço, Quem era Shirley Temple? e Marcha Fúnebre. Estes são os invólucros de suas histórias, analisadas pelo crítico Adriano Portela em sua dissertação de mestrado – sob orientação da professora doutora Ermelinda Ferreira – e que agora propõe a reedição da obra osmaniana. Quarenta anos depois, o pesquisador, na oportunidade da publicação pela Cepe Editora, resgata os três roteiros finalizados pelo autor pernambucano; textos pouco conhecidos e divulgados, nos quais fica evidente a continuidade de sua incansável luta pela independência do país por meio do aprimoramento da capacidade crítica de seu povo.
    Ficcionais – Scheneider Carpeggiani (org.): Organizado em comemoração aos cinco anos do suplemento Pernambuco, da Companhia Editora de Pernambuco, a obra reúne textos de 32 autores que colaboraram para a sessão “Bastidores”, falando sobre seus processos de criação, entre eles Rubens Figueiredo, conhecido tradutor do russo, a escritora de livros infantis Ana Maria Machado, o escritor e crítico literário José Castello, e outros.
    O Filho das Viúvas – Pedro Veludo: A descoberta acidental de um livro num Sebo é o ponto de partida para esta história. Enquanto o texto relata a busca intensa de Catrônfilo, o protagonista, pela identidade da mãe, o narrador procura obsessiv
    3 min
  • PALAVRAS DE ORIGEM INDÍGENA
    Palavras de origem indígena
    
    Flávia Neves
    Professora de Português
    Existem diversas palavras de origem indígena no português falado atualmente. Há 200 línguas indígenas registradas no Brasil, sendo que 180 ainda são faladas atualmente. O Tupi é o tronco linguístico que engloba o maior número de línguas indígenas.
    Aquando da chegada dos colonizadores portugueses no Brasil, havia mais de mil línguas diferentes faladas pelas tribos indígenas que viviam no território brasileiro. Houve então um ensinamento lexical feito pelos índios aos portugueses, que desconheciam a fauna e flora brasileira. Assim, diversas palavras que indicam conceitos de fauna, flora e localidades têm uma origem indígena.
    Nomes de fauna de origem indígena
    araponga (do tupi wira-pónga)
    arara (do tupi arára)
    ariranha (do tupi ari'rana)
    baiacu (do tupi wambaiakú)
    capivara (do tupi kapii-wára)
    chopim (do tupi xo'pi)
    cupim (do tupi kupií)
    cutia (do tupi akutí)
    gambá (do tupi wa-ambá)
    guará (do tupi awará)
    irara (do tupi (e)i'rara)
    jabiru (do tupi yambï'ru)
    jabuti (do tupi iawotí)
    jacaré (do tupi iakaré)
    jararaca (do tupi iararáka)
    jaú (do tupi ya'u)
    jiboia (do tupi iuy-mbóia)
    mamangaba (do tupi manga'nga)
    maracanã (do tupi maraka'na)
    perereca (do tupi pereréka)
    piranha (do tupi pira-ãia)
    pirarucu (do tupi pira-urukú)
    poti (do tupi po'tĩ)
    sabiá (do tupi sawiá)
    sagui (do tupi sawín)
    sariguê (do tupi sari'gwe)
    saúva (do tupi ysaúwa)
    siri (do tupi sirí)
    suaçu (do tupi sïwa'su)
    tamanduá (do tupi tamanduá)
    tatuí (do tupi tatu'i)
    traíra (do tupi tare'ïra)
    tucano (do tupi tukána)
    urubu (do tupi uru'wu)
    urucum (do tupi uru'ku)
    xororó (do tupi xoro'ro)
    Nomes de flora de origem indígena
    abacaxi (do tupi ywa-katí)
    açaí (do tupi ywa-saí)
    aipim (do tupi aipĩ)
    amendoim (do tupi mandu'wi)
    bacaba (do tupi ïwa'kawa)
    bacupari (do tupi *ïwakupa'ri)
    bacuri (do tupi ywa-kurí)
    bocaiuva (do tupi mboka'ïwa)
    buriti (do tupi *mbïrï'tï)
    caatinga (do tupi kaa-tínga)
    cajá (do tupi akaiá)
    caju (do tupi akaiú)
    capim (do tupi kapíi)
    capoeira (do tupi ko'pwera)
    cipó (do tupi ysypó)
    cupuaçu (do tupi kupu-wasú)
    inajá (do tupi ina'ya)
    ipê (do tupi ypé)
    jabuticaba (do tupi iawotikáwa)
    jenipapo (do tupi iandypáwa)
    jequitibá (do tupi yïkïtï'wa)
    jerimum (do tupi yuru'mũ)
    macaxeira (do tupi maka'xera)
    mandioca (do tupi mandióka)
    piaçaba (do tupi pïa'sawa)
    pindaíba (do tupi pinda'ïwa)
    piranga (do tupi pi'ranga)
    pitanga (do tupi pytánga)
    pitomba (do tupi pi'tomba)
    pupunha (do tupi pu'puña)
    samambaia (do tupi sama-mbái)
    sapê (do tupi yasa'pe)
    tapioca (do tupi typyóka)
    tucumã (do tupi tuku'ma)
    uvaia (do tupi ï'waya)
    Outros nomes de origem indígena
    arapuca (do tupi wira-púka)
    biboca (do tupi ymby-mbóka)
    caboclo (do tupi kara'iwa)
    caipora (do tupi kaa-póra)
    carioca (do tupi kariwóka)
    catapora (do tupi tata-póra)
    cumbuca (do tupi kui'mbuka)
    curumim (do tupi kunumín)
    curupira (do tupi kuru'pira)
    guri (do tupi gwi'ri)
    inhaca (do tupi yakwa)
    jirau (do tupi yu'ra)
    jururu (do tupi yuru-ru)
    maniçoba (do tupi mandisówa)
    mingau (do tupi minga'u)
    nhe-nhe-nhem (do tupi nheeng-nheeng-nheeng)
    paçoca (do tupi pasóka)
    pajé (tupi pa'ye)
    pereba (do tupi pe'rewa)
    peteca (do tupi pe'teka)
    pipoca (do tupi pipóka)
    pororoca (do tupi poro'roka)
    potiguar (do tupi potï'war)
    saci (do tupi *sa'si)
    suruba (do tupi suru'ba)
    taba (do tupi 'tawa)
    tocaia (do tupi to'kaya)
    tucupi (do tupi tiku'pir)
    xará (do tupi xa'ra)
    Nomes de localidades de origem indígena
    Amapá
    Copacabana
    Curitiba
    Goiás
    Grajaú
    Guanabara
    Guarujá
    Iguaçu
    Ipanema
    Ipiranga
    Itapuã
    Macapá
    Maceió
    Maranhão
    Moji
    Morumbi
    Pará
    Paraguai
    Paraíba
    Paraná
    Pernambuco
    Piauí
    Piracicaba
    Piraí
    Piraíba
    Sapucaí
    Sergipe
    Tietê
    Tijuca
    Ubatuba
    Uruguai
    Xingu
    Nomes de pessoas de origem indígena
    Anaí
    Araci
    Aruana
    Iracema
    Jaciara
    Jacira
    Janaína
    Jandira
    Juçara
    Juraci
    Jurandir
    Jurema
    Kaique
    Kauã
    Mayara
    Moacir
    Moema
    Roani
    Tainá
    Ubirajara
    Yara
    Veja
    5 min

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