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Após requisição do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, a Polícia Federal no Rio abriu um inquérito para apurar o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O crime completa no próximo dia 14 de março cinco anos sem a identificação dos mandantes. Anunciado em uma rede social pelo ministro, o trabalho será feito em parceria com as autoridades fluminenses. "A Marielle é uma síntese das vítimas da Justiça e do Estado brasileiro - mulher, negra, política e gay. Um dos problemas é que o mandante deve ser muito poderoso, porque a Polícia não confia na Polícia e, assim, o inquérito já teve cinco delegados e três chefes do Ministério Público responsáveis. Com essas mudanças, vamos ver se alguém confia em alguém", diz Cantanhêde.
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By Estadão5
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Após requisição do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, a Polícia Federal no Rio abriu um inquérito para apurar o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O crime completa no próximo dia 14 de março cinco anos sem a identificação dos mandantes. Anunciado em uma rede social pelo ministro, o trabalho será feito em parceria com as autoridades fluminenses. "A Marielle é uma síntese das vítimas da Justiça e do Estado brasileiro - mulher, negra, política e gay. Um dos problemas é que o mandante deve ser muito poderoso, porque a Polícia não confia na Polícia e, assim, o inquérito já teve cinco delegados e três chefes do Ministério Público responsáveis. Com essas mudanças, vamos ver se alguém confia em alguém", diz Cantanhêde.
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