Até que ponto ouvimos música porque realmente nos conectamos com os artistas? Seria escolha ou uma superexposição à conteúdos e narrativas muito bem elaboradas pela indústria? Playlists, propagandas, trends de tiktok, aba explorar: quem está por trás do algoritmo que está guiando o consumo? (Recomendações de conteúdo feitas por essa humana aqui: Documentário "This is pop" e vídeo "Pressão estética, fobia e comunidades seguras" do canal Tempero Drag).