Superlotação, falta de insumos básicos e incerteza sobre o futuro. Esse é o cenário descrito por uma funcionária da Maternidade Dona Íris, que atualmente concentra a maior parte dos atendimentos materno-infantis em Goiânia. A unidade passou a receber uma demanda crescente após a redução dos serviços na Nascer Cidadão e na Célia Câmara, geridas pela Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas (Fundahc), em processo de transição para novas organizações sociais.