O Supremo Tribunal Federal proibiu a revista íntima vexatória em visitantes de presídios. Faz parte do método, que o visitante tire a roupa ou parte dela e tem as cavidades corporais inspecionadas. Para isso, há casos em que são usados espelhos ou a pessoa é obrigada a agachar ou dar saltos.
Em Goiás, a prática já não é adotada desde 2012.