Meditações diárias do Ir. Elias ♪ Harpa Dei

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Meditações diárias do Ir. Elias ♪ Harpa Dei episodes

  • "O tempo da consolação"

    Meditações do Ir Elias & Harpa Dei: "O tempo da consolação"

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    13 min
  • “O que tenho eu te dou”

    Meditações do Ir Elias & Harpa Dei: “O que tenho eu te dou”

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    10 min
  • “Jesus aparece a Maria Madalena”

    Meditações do Irmão Elias & Harpa Dei: “Jesus aparece a Maria Madalena” 

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    10 min
  • “O Evangelho salva o mundo”

    Meditações do Irmão Elias: “O Evangelho salva o mundo”

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    11 min
  • Domingo de Páscoa: “O sepulcro Vazio”

    Querendo demonstrar o seu amor pelo Senhor mesmo na morte, Maria Madalena corre ao sepulcro antes do amanhecer.

    "Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram!" (Jo 20,2), exclama de dor quando vê que a pedra tinha sido removida. Nem sequer os mortos são deixados em paz? Onde está o Seu Senhor?

    E então o próprio Senhor lhe aparece. A princípio Maria não o reconhece, mas quando Ele a chama pelo nome "voltando-se ela, exclamou em hebraico: 'Rabôni'!" (Jo 20,16) Jesus ainda não lhe permite que o toque, mas faz dela a primeira mensageira da Ressurreição.

    Cristo ressuscitou! Verdadeiramente ressuscitou!

    Então Pedro e João, chamados por Maria Madalena, se apressam a ir ao sepulcro. O discípulo amado corre e chega mais rápido, mas deixa Pedro ser o primeiro a entrar. A ele – bem como a todos os seus sucessores – o Senhor confiará mais tarde a missão de anunciar a Ressurreição e preservar a verdadeira fé.

    Os apóstolos ainda terão um longo caminho a percorrer até que compreendam tudo... mas neste momento o sepulcro vazio, os panos de linho dobrados e a mortalha enrolada falam por si mesmos....

    Cristo ressuscitou! Verdadeiramente ressuscitou!

    Sim, a nossa esperança foi cumprida: a morte foi vencida. "Onde está, ó morte, a tua vitória? onde está, ó morte, o teu aguilhão?" (1 Cor 15,55)

    Abrem-se nossos olhos e contemplamos a glória de Deus. Começa um novo tempo. Não é a morte que tem a última palavra, mas a vida de Cristo para sempre.

    Mais tarde, São Paulo interpelará a igreja de Corinto:

    “E se Cristo não ressuscitou, é inútil a vossa fé, e ainda estais em vossos pecados. Também estão perdidos os que morreram em Cristo. Se é só para esta vida que temos colocado a nossa espe­rança em Cristo, somos, de todos os homens, os mais dignos de lástima.” (1Cor 15,17-19)

    Mas Cristo ressuscitou! A nossa esperança está viva! Seu nome é Jesus Cristo!

    Tudo segue seu rumo neste momento. O Ressuscitado aparecerá de muitas maneiras aos discípulos e eles o compreenderão cada vez melhor. Sua esperança não foi desiludida! Confiaram no Senhor (mesmo nos momentos de fraqueza) e agora são seus apóstolos para sempre. Ele os envia para o mundo inteiro:

    “Ide, pois, e fazei discípulos de todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi.”.(Mt 28,19-20a)

    O que aconteceu em Jerusalém conta para todos os tempos. O Filho de Deus redimiu a humanidade; Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14,6). Esta Boa Nova deve ser proclamada a todos, sem exceção! Em Seu infinito amor, o Pai Celestial enviou Seu único Filho para que todos se salvem por Ele.

    Todos saberão isso: Este Jesus que foi pregado na cruz ressuscitou e prepara um lugar para nós nas muitas moradas da casa de Seu Pai (cf. Jo 14,2). É por isso que o grito de alegria jamais cessará:

    Cristo ressuscitou! Verdadeiramente ressuscitou!

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    8 min
  • Sábado Santo: “Luto pelo Senhor”

    Luto pelo Senhor. Dor pelos homens que não reconheceram e crucificaram o seu Redentor... Luto da Mãe pelo Filho amado; luto e desconcerto entre os discípulos, que dizem a si mesmos, espantados: "Esperávamos que fosse ele quem haveria de restaurar Israel" (Lc 24,21).

    Mas o Senhor desceu ao inferno para aqueles que ainda aguardavam a Redenção – e os encheu, também, com o Seu amor.

    Tudo isso permanece um mistério para nós, mortais, mas o aceitamos na fé.

    Este é o dia em que o sacrário está vazio e o altar descoberto; o único dia em que o Santo Sacrifício não é oferecido ao Trono do Altíssimo... parece que todo o cosmos está enlutado e chora com a Mãe de Deus.

    Contudo, a vida no mundo segue o seu rumo. As pessoas que não vivem com o Senhor desconhecem todos esses acontecimentos, que são revelados somente aos que creem pela graça da fé.

    Um dia de luto e de espera... A Quaresma chega ao fim e os fiéis sabem que a partir de amanhã tudo será diferente; a partir de amanhã a vida verdadeira pulsará; a partir de amanhã....

    Mas o Senhor também faz uso desse dia. Talvez queira visitar às áreas de nossas almas que ainda não foram redimidas para nelas proclamar a sua Palavra de vida. Lá, onde ainda há escuridão dentro de nós; lá, onde a luz ainda não penetrou o suficiente; lá, onde ainda há morte em nós.

    Logo ouviremos o grito triunfante: "Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó inferno, o teu aguilhão?" (cf. 1 Cor 15,55).

    Aproveitemos este dia de luto, de espera e de preparação. Ofereçamos as nossas trevas e tudo aquilo que é inconsciente em nós Àquele que desce ao Reino da morte. Convidemo-lo a vir até nós, a permear tudo, a extirpar o pecado e suas consequências até as maiores profundezas para nos redimir...

    Queremos pertencer completamente ao Senhor! Nada deve nos separar Dele, nem a nossa vontade consciente, nem os nossos pensamentos e sentimentos, nem tampouco o nosso inconsciente! O Senhor quer redimir tudo e nos capacitar a viver como verdadeiros filhos de Deus!

    Dentro de algumas horas ouviremos: Alelu... – não! Ainda temos que aguardar! Mas muito em breve o "Exultet", a Proclamação Pascoal, ressoará...

    Youtube

    8 min
  • Sexta-feira Santa: "Redimidos por amor"

    Judas consuma a sua traição e Jesus é preso. Isto acontece depois que o Senhor aceita, no Getsêmane, o sofrimento das mãos de Seu Pai e dá o seu "sim" a tudo que estaria por vir.

    Um SIM que teve que passar pela angústia e a agonia. Um SIM depois de pedir ao Pai que, se fosse possível, deixasse aquele cálice passar sem que o tivesse que beber (cf. Mt 26,39-44). Um SIM que expressa a sua entrega incondicional ao Pai. Um SIM por amor à humanidade.

    Nesse momento Jesus se entrega sem reservas ao sofrimento que irá suportar pela nossa Redenção. Ele se depara com toda a zombaria e humilhação, todas as ofensas, o desamor e a crueldade que encontrará na sua via dolorosa. Todo o ódio das trevas paira sobre Ele; a escuridão assustadora do pecado com a sua terrível consequência: o afastamento de Deus.

    “Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?”

    Parece que chegou a hora do triunfo do Adversário!

    Mas não é a hora do Mal, mesmo que ele declare que seja. É a hora do Senhor, quando a escuridão é vencida de uma vez por todas. É a hora do inexprimível amor de Jesus por Seu Pai e por nós, suas criaturas perdidas. É a hora em que o Nosso Pai Celestial oferece à humanidade inteira o perdão de suas culpas e a salvação. É a hora do Senhor; é o dia da Redenção; é a Sexta-feira Santa!

    "Como cordeiro conduzido ao matadouro" (Is 53,7), o Senhor percorre esse caminho que chamamos de “Via Sacra", desprovido exteriormente de todo poder, mas sustentado interiormente por Seu Pai para cumprir plenamente a Sua Vontade. Aqueles que O viram entrar em Jerusalém se veem face a face com o servo sofredor de Deus, com o Messias aguardado, embora Seu aspecto seja muito diferente do que haviam imaginado, sem as honras e gestos correspondentes a um rei.

    Em seu caminho à Cruz Jesus se encontra com a Sua Mãe, que permanece fiel ao seu lado. Também se encontra com Verônica, que Lhe demonstra o seu amor, e com as mulheres de Jerusalém, cujo pranto expressa sua compaixão por Ele... São almas que não estão cegas como as outras que Lhe causam tanta dor....

    E depois vem o momento da consumação. Jesus se deixa crucificar para que a Sua missão chegue ao ponto culminante. Redime a humanidade levantado na Cruz. A Cruz se torna o sinal da nossa Redenção! É o próprio Pai Celestial quem oferece o sacrifício que Abraão não precisou oferecer (Gn 22,1-12):

    "Pois Deus amou tanto o mundo, que entregou seu Filho único, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (Jo 3,16)

    Diante de tudo isso só nos resta dizer: "Vos adoramos, ó Deus Santo, e vos damos graças, pois nos redimistes pelo vosso amor, que vos conduziu à Cruz. Glória a Vós"!

    Youtube

    8 min
  • Quinta-feira Santa: "“O serviço e a entrega de Cristo"

    “Durante a ceia levantou-se da mesa, depôs o manto e, tomando uma toalha, cingiu-se com ela. Depois pôs água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha com que estava cingido.” (Jo 13,4-5)

    Quão grande amor nos é manifestado neste dia! Com que gestos extraordinários nos deparamos! O Senhor do céu e da terra lava os pés dos seus discípulos, revelando-lhes, assim, ainda mais profundamente, no que consiste segui-Lo: trata-se do servir. Em seu infinito amor, o próprio Deus serve o homem e nos chama a viver neste mesmo serviço.

    Assim, se nos questionamos como podemos servir o nosso próximo a resposta é: da forma como Jesus nos serviu! Não há nada que seja demasiadamente inferior ou desprezível que Ele não o possa tocar e transformar com o seu amor. Ele faz de seus discípulos príncipes do Seu reino; quer fazer santos dos pecadores.

    “Vós me chamais Mestre e Senhor e dizeis bem, pois eu o sou. Se, portanto, eu, o Mestre e o Senhor, vos lavei os pés, também deveis lavar-vos os pés uns aos outros.” (Jo 13,13-14)

    Lavamos os pés do próximo quando o acolhemos em nossos corações, mesmo aqueles que estão afastados. Servimos o nosso próximo – e em primeiro lugar nossos irmãos na fé – quando tentamos dia após dia imitar o Senhor em tudo e realizar as nossas obras Nele. Servimos quando não fechamos os nossos olhos para as necessidades do outro, quer sejam materiais ou espirituais. Lavamos os pés uns dos outros quando nos exortamos e encorajamos mutuamente a viver e a agir segundo o espírito de Jesus: Ele nos deu um exemplo a imitar naquilo que fez por nós.

    E como se não tivesse nos dado sinais suficientes do seu amor, Jesus quis deixar para nós, para sempre, a atualização da sua entrega ao Pai e à humanidade.

    Assim, não só lavou os pés dos Seus discípulos, mas se deu a Si mesmo como alimento. Ele é o pão que desceu do céu (cf. Jo 6,51); Ele é o fruto da árvore da vida que não tínhamos podido receber desde o momento em que perdemos o Paraíso; Ele nos oferece Sua Carne e Sangue como alimento às vésperas de Sua Crucificação para que tenhamos vida e para que a vida de Deus cresça em nós. Ele não só entregou algo de Si, mas deu-se a Si mesmo.

    Quanta glória é dada ao Pai! Que ajuda de graça superabundante nos é oferecida a nós, homens! Quem poderá compreendê-lo?

    Este mistério se faz presente, dia após dia, no Santo Sacrifício da Eucaristia. Dia após dia, até a consumação do mundo, o acontecimento do Gólgota é atualizado de modo incruento. Dia após dia as pessoas são convidadas a se prepararem e a se purificarem para receber este santo alimento, para que ele possa executar o seu efeito de graça. Dia após dia podemos receber o Senhor quando vivemos em estado de graça. Dia após dia Jesus se entrega a nós... e o sacerdote, em nome de Cristo, pode oferecê-lo aos homens. Dia após dia rios imensuráveis de graça, preparados por Deus, fluem para a humanidade. Dia após dia a obra da redenção é realizada em nós quando aceitamos o convite do Senhor.

    Nosso louvor nunca pode silenciar, na terra ou no céu, quando reconhecemos o Senhor e Suas obras! Toda glória seja dada ao Deus Uno e Trino!

    Vídeo no YouTube

    10 min
  • Quarta-feira Santa: "Trinta moedas de prata"

    “Então, um dos Doze chamado Judas Iscariotes, foi ter com os príncipes dos sacerdotes e perguntou-lhes: "Que quereis dar-me e eu vo-lo entregarei.” Ajustaram com ele trinta moedas de prata. ". (Mt 26,14-15)

    A traição de Deus em troca de dinheiro injusto... Quantas vezes esta história se repete! Quantas vezes as pessoas se vendem ao preço de dinheiro, de honra, de prazeres desordenados, de poder!

    Deram a Judas trinta moedas de prata, conscientes de que este dinheiro estava manchado de sangue. E esse sangue não era "apenas" o sangue de um homem, o que já seria grave o suficiente. Este sangue era do Filho de Deus, o sangue que os redimiria, o sangue do Cordeiro derramado pelo mundo! Esse foi o preço que os príncipes dos sacerdotes pagaram ao traidor.

    E o que dizer de Judas? “Ai daquele homem por quem o Filho do Homem é traído! Seria melhor para esse homem que jamais tivesse nascido!” (Mt 26,24)

    Que final tão trágico! E quão abrangentes são estas palavras de Jesus!

    Trinta moedas de prata...

    Será que alguma vez sentimos o temor de que também poderíamos ser capazes de negar, ou mesmo trair o Senhor? Será possível que a traição ou a negação possam habitar nas profundezas de nossos corações e que venham à tona em certas circunstâncias?

    Nunca devemos nos sentir demasiadamente seguros em nós mesmos! Sombras que hão de ser redimidas pelo Senhor também habitam em nosso interior. O pecado deve ser rejeitado até mesmo a nível do inconsciente!

    Como podemos nos proteger da negação ou da traição?

    Podemos encontrar refúgio no coração puro da Virgem Maria; numa relação de confiança com o Senhor, como a de São João; no esforço sincero de perceber os movimentos e sentimentos de nosso coração, levando diante de Deus tudo o que é escuro, egocêntrico, orgulhoso e vaidoso. Podemos revelar a nossa miséria ao Senhor e implorar-Lhe que jamais O neguemos ou traiamos. Devemos vencer toda falsa autoconfiança. Somente no Senhor e na Sua força seremos capazes de resistir às provações mais duras; somente Nele evitaremos sucumbir à nossa corrupção interior e ceder às seduções exteriores!

    O Senhor permite as tentações a fim de fortalecer os Seus. Talvez comece permitindo pequenos testes de fidelidade para que estejamos armados e prontos quando outros maiores acontecerem.

    Com a ajuda de Deus, despojemo-nos nesta Semana Santa de tudo o que tenha cheiro de negação e traição dentro de nós e aprofundemos nosso amor por Jesus dia após dia. Desta forma, estaremos armados e bem equipados no Senhor, muito além do que poderíamos alcançar com a nossa boa vontade e esforços próprios.

    Youtube

    8 min
  • Terça-feira Santa: "Um de vós me há de trair"

    “Em verdade, em verdade eu vos digo: um de vós me há de trair". (Jo 13,21b)

    A traição! Nela são revelados os abismos mais terríveis do coração humano. Trair o amigo, trair o Mestre e Senhor, trair o amor...

    Aparentemente, ninguém senão o discípulo amado ousou perguntar-Lhe quem o trairia. Somente ele, que tinha uma relação de confiança especial com o Senhor, e a quem Pedro havia dado um sinal pedindo que lhe perguntasse... O coração de João era puro e ele amava ao Senhor indivisivelmente. Ele pôde fazer a pergunta mediante a afirmação que havia deixado a todos estupefatos. Aquele que ama e cujo coração foi purificado pode encarar a escuridão e nada tem a esconder. Assim, João inclinou-se sobre o peito de Jesus e lhe perguntou: “Senhor, quem é?” (Jo 13,25) Este gesto de amor e confiança foi puro e sincero, ao contrário do beijo do traidor, que abusou desta expressão de amor e a colocou a serviço de sua maldade.

    Enquanto isso, a malícia do traidor cresce cada vez mais. Satanás entra nele (Jo 13,27) e o converte em seu instrumento. Judas já não pode e nem quer dar um passo atrás; a má intenção que surgiu de sua avareza e de outros vícios se consuma agora no ato maligno.

    Jesus sabe. Ele sabe que Judas já não se converterá, que nem mesmo aquela ceia partilhada, nem as palavras que Ele lhe dirá antes de ser preso poderão tocar o seu coração. Judas se fez servo do Maligno. A traição será consumada: "O que queres fazer, faze-o depressa", diz-lhe Jesus (Jo 13,27).

    "Agora é glorificado o Filho do Homem, e Deus é glorificado nele" (Jo 13,31). Agora o Filho cumpre a vontade do Pai até o seu fim na cruz. Agora o Senhor redimirá os Seus e atrairá todos para Si para que todos se salvem.

    Agora o mal revela todo o seu poder, mas é impotente diante do amor de Deus. Agora Satanás crê triunfar, quando na realidade é ele o derrotado. Agora, nesta "hora das trevas", a luz de Deus brilha resplandecente na submissão do Filho à vontade do Pai, no cumprimento da obra que Deus lhe deu para realizar.

    E Deus é glorificado Nele pois tudo procede da vontade do Pai; toda a sabedoria que nos é revelada na fé, na qual a entrega voluntária de Deus se converte na prova inequívoca de Seu amor por nós, homens.

    Um o trairá; outro o negará três vezes... Mas este último se arrepende e se converte, após o que o Senhor o aceita ainda mais profundamente e o envia. O outro, ao contrário, não se arrepende e será ele mesmo quem levará a cabo o seu próprio julgamento (cf. Mt 27,5).

    Youtube

    7 min

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