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A privatização da Eletrobras, maior empresa de geração de energia elétrica brasileira, é um assunto que ronda o mercado de energia não é de hoje. Houve uma primeira tentativa de privatização no fim dos anos 90, mas o assunto esfriou por quase duas décadas, até que um novo plano foi apresentado ao mercado e à sociedade em 2017, na presidência de Michel Temer.
Atualmente, a União continua sendo acionista controladora da companhia, e sua desestatização passa por um complexo processo de capitalização no mercado financeiro. A companhia, que já tem ações na bolsa, vai fazer uma oferta de novas ações ao mercado. Com isso, a União será diluída, isto é, passará a ter uma fatia menor de toda a companhia, configurando a privatização. A venda de novas ações vai representar a entrada de recursos no caixa da companhia, que ela usará no pagamento de uma outorga em troca de novos contratos de concessão para suas hidrelétricas.
A expectativa do governo é que, ainda no primeiro semestre deste ano, a Eletrobras se torne uma empresa privada, com capital diluído entre vários acionistas minoritários.
Na nova série do MegaCast Especial - A Eletrobras do Futuro: A Privatização Explicada, a MegaWhat buscará discutir o modelo da privatização da companhia, ouvir opiniões a respeito da operação e traçar o que será a Eletrobras do futuro.
No primeiro episódio, a jornalista Camila Maia conversa com Luiz Barroso, presidente da PSR. Em 2017, quando o plano de privatização da Eletrobras foi introduzido ao mercado, Barroso era presidente da Empresa de Pesquisa Energética, a EPE, e foi um dos autores do complexo modelo de privatização que ainda é o perseguido atualmente.
Saiba mais em: https://megawhat.energy/
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A privatização da Eletrobras, maior empresa de geração de energia elétrica brasileira, é um assunto que ronda o mercado de energia não é de hoje. Houve uma primeira tentativa de privatização no fim dos anos 90, mas o assunto esfriou por quase duas décadas, até que um novo plano foi apresentado ao mercado e à sociedade em 2017, na presidência de Michel Temer.
Atualmente, a União continua sendo acionista controladora da companhia, e sua desestatização passa por um complexo processo de capitalização no mercado financeiro. A companhia, que já tem ações na bolsa, vai fazer uma oferta de novas ações ao mercado. Com isso, a União será diluída, isto é, passará a ter uma fatia menor de toda a companhia, configurando a privatização. A venda de novas ações vai representar a entrada de recursos no caixa da companhia, que ela usará no pagamento de uma outorga em troca de novos contratos de concessão para suas hidrelétricas.
A expectativa do governo é que, ainda no primeiro semestre deste ano, a Eletrobras se torne uma empresa privada, com capital diluído entre vários acionistas minoritários.
Na nova série do MegaCast Especial - A Eletrobras do Futuro: A Privatização Explicada, a MegaWhat buscará discutir o modelo da privatização da companhia, ouvir opiniões a respeito da operação e traçar o que será a Eletrobras do futuro.
No primeiro episódio, a jornalista Camila Maia conversa com Luiz Barroso, presidente da PSR. Em 2017, quando o plano de privatização da Eletrobras foi introduzido ao mercado, Barroso era presidente da Empresa de Pesquisa Energética, a EPE, e foi um dos autores do complexo modelo de privatização que ainda é o perseguido atualmente.
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