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Nossa caminhada pelo Rio das Velhas está looonge de acabar. Mas andamos um bocado até aqui, né? O episódio de hoje é um convite para uma pausa. Para sentar numa sombra, tomar um gole d’água, fechar os olhos e imaginar. Por que é no sonho, na criação do imaginário de algo novo, que toda luta começa. E durante toda caminhada longa, precisamos sempre parar para nos alimentar de esperança. Cida Alves é contadora de histórias e hoje nos presenteia com a interpretação de Memórias de um Riachinho, adaptação do livro “Muito Além da Nascente” de Arildo Ferreira.
By Clarice FloresNossa caminhada pelo Rio das Velhas está looonge de acabar. Mas andamos um bocado até aqui, né? O episódio de hoje é um convite para uma pausa. Para sentar numa sombra, tomar um gole d’água, fechar os olhos e imaginar. Por que é no sonho, na criação do imaginário de algo novo, que toda luta começa. E durante toda caminhada longa, precisamos sempre parar para nos alimentar de esperança. Cida Alves é contadora de histórias e hoje nos presenteia com a interpretação de Memórias de um Riachinho, adaptação do livro “Muito Além da Nascente” de Arildo Ferreira.