Das páginas 123 até 173 do livro Mitologia Nórdica, com Ronaldo Roque e Victor Von Ancken.
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Em Asgard, terra de brio e glória,
Há contos para rir e fazer história.
Entre guerras, sabedoria e poesia,
Surgiu um caso de pura heresia.
Dizem que Odin, o Pai dos Deuses,
Após beber o hidromel em grandes doses,
Voou como águia, de bico erguido,
Mas o retorno foi… digamos, sofrido.
Com o estômago cheio de mel fermentado,
Seu vôo ficou meio desajeitado.
E na pressa de cruzar o céu estrelado,
Veio o que chamam de peido molhado.
"Ragnarök!" gritaram lá de Midgard,
"É trovão ou chuva a nos bombardear?"
Mas não, era o deus, em pleno embaraço,
Transformando poesia em um gás sem laço.
Thor gargalhou, Loki chorou,
Freya, coitada, até desmaiou.
Mas Odin, em sua pose majestosa,
Disse: "Isso é arte! Ação poderosa!"
Desde então, os bardos cantam e contam,
Que até os deuses, em seus feitos encantam,
Pois se o Pai de Todos pode assim se portar,
Quem somos nós pra nos envergonhar?
Lembre, amigo, na próxima ocasião:
Um peido molhado pode virar inspiração!
Mas antes do fim, não fique na ilusão.
Levante seus braços, (em homenagem ao deus) diga com toda emoção:
"Ó Odin! Acho que peidei!"
E então, só venha no PLAY!
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