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Independente de qualquer uma das milhares de ressalvas que possam ser feitas a respeito do Kanye West, ele é, há alguns anos um dos maiores e mais influentes artistas do hip hop.
Desde o College Dropout, seu primeiro disco, ele foi uma influência disruptiva pro rap, e pro mercado fonográfico. Quebrando um pouco do estigma do que um rapper podia ser, e mais do que isso, do que as gravadoras queriam que os rappers fossem na época.
Dali em diante, cada um de seus discos foi consideravelmente influente de um jeito ou de outro. Em 2013, pouco mais de 2 anos após My Beautiful Dark Twisted Fantasy, seu disco mais maximalista, refinado e luxuoso em um sentido de produção, ele quebra todas expectativas nos trazendo Yeezus.
Um delírio onde o Kanye, mais do que nunca liberou seus demônios, e recorreu a artistas como Daft punk, Travis Scott, Arca, e produtores como o lendário Rick Rubin, pra criar ao longo de 40 minutos, um universo de loucura, com um som mais industrial do que qualquer outro de sua carreira, cheio de experimentações eletrônicas, distorções, ruídos, e flertes com diversos gêneros musicais, que vão do noise rap de artistas como death grips, passando por acid house até o dancehall.
É difícil pensar em rappers que fugiram de estereótipos do que um rapper seria, como por exemplo Tyler the creator, sem o impacto do College Dropout. Da mesma forma, acredito que o Yeezus, com a quebra de padrões que ele trouxe pro mainstream do hip hop, reverbera muito até hoje. Oito anos depois de seu lançamento, é possível analisar mais friamente as coisas pra concluir que realmente se trata de um dos discos mais influentes da década passada.
Todos esses aspectos da obra, dentre outras coisas menos importantes, como a minha teoria de que Yeezus se encaixa perfeitamente como a parte sonora de um jogo antigo, estão no metrônomo dessa semana.
By Falante podcastsIndependente de qualquer uma das milhares de ressalvas que possam ser feitas a respeito do Kanye West, ele é, há alguns anos um dos maiores e mais influentes artistas do hip hop.
Desde o College Dropout, seu primeiro disco, ele foi uma influência disruptiva pro rap, e pro mercado fonográfico. Quebrando um pouco do estigma do que um rapper podia ser, e mais do que isso, do que as gravadoras queriam que os rappers fossem na época.
Dali em diante, cada um de seus discos foi consideravelmente influente de um jeito ou de outro. Em 2013, pouco mais de 2 anos após My Beautiful Dark Twisted Fantasy, seu disco mais maximalista, refinado e luxuoso em um sentido de produção, ele quebra todas expectativas nos trazendo Yeezus.
Um delírio onde o Kanye, mais do que nunca liberou seus demônios, e recorreu a artistas como Daft punk, Travis Scott, Arca, e produtores como o lendário Rick Rubin, pra criar ao longo de 40 minutos, um universo de loucura, com um som mais industrial do que qualquer outro de sua carreira, cheio de experimentações eletrônicas, distorções, ruídos, e flertes com diversos gêneros musicais, que vão do noise rap de artistas como death grips, passando por acid house até o dancehall.
É difícil pensar em rappers que fugiram de estereótipos do que um rapper seria, como por exemplo Tyler the creator, sem o impacto do College Dropout. Da mesma forma, acredito que o Yeezus, com a quebra de padrões que ele trouxe pro mainstream do hip hop, reverbera muito até hoje. Oito anos depois de seu lançamento, é possível analisar mais friamente as coisas pra concluir que realmente se trata de um dos discos mais influentes da década passada.
Todos esses aspectos da obra, dentre outras coisas menos importantes, como a minha teoria de que Yeezus se encaixa perfeitamente como a parte sonora de um jogo antigo, estão no metrônomo dessa semana.