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Nesta edição de "Meu Filho na Escola", a comentarista Juliana Santos reflete se as paródias musicais e jingles de professores são uma boa ferramenta para estimular a aprendizagem dentro de sala de aula. Esse método torna o ensino mais atrativo ou apenas contribui para reforçar o processo de memorização, e não o real aprendizado? Ouça a conversa completa e entenda!
Nesta edição do "Meu Filho Na Escola", o destaque é que mais da metade (54,3%) dos alunos brasileiros de 15 anos apresentou um baixo nível de criatividade ao tentar solucionar problemas sociais e científicos apresentados em uma prova internacional de conhecimentos. O dado foi divulgado nesta terça-feira (18) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O Pisa, sigla em inglês para "Programa Internacional de Avaliação de Estudantes", é uma das mais importantes avaliações de educação do mundo. Tradicionalmente, ele mede os conhecimentos de alunos de escolas públicas e particulares em matemática, ciências e leitura.
O clima é junino no Meu Filho na Escola. Há famílias que não concordam com a realização de festas juninas no ambiente da escola, afirmando que há o cunho religioso. Mas e a perspectiva cultural? Este é o tema para análise da comentarista Juliana Santos. Festa de São João? Festa Junina? Festa Caipira? As escolas estão mudando o nome para evitar impactos religiosos. Ouça a conversa completa!
Nesta edição de "Meu Filho na Escola", a comentarista Juliana Santos repercute a classificação do Espírito Santo no ranking de alfabetização do país. O Estado alcançou o terceiro lugar no ranking nacional, ficando atrás apenas do Ceará e do Paraná. Ao todo, 68% das crianças que cursaram o 2º ano do ensino fundamental na rede pública, em 2023, foram alfabetizadas. Durante a conversa, a educadora analisa se os números são os ideais. Ouça a conversa completa!
Com a maior expectativa e qualidade de vida no mundo todo, a idade já não se mostra mais como um empecilho para a realização de sonhos, incluindo, entrar numa faculdade. Este é o tema em destaque nesta edição do Meu Filho Na Escola, com a comentarista Juliana Santos. Adultos aprendem e se preparam para avaliações da mesma forma?
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024 será aplicado nos dias 3 e 10 de novembro. Conforme divulgado no Diário Oficial da União, na segunda-feira (13), as inscrições vão de 27 de maio a 7 de junho, e devem ser feitas na Página do Participante do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). De acordo com o edital, as inscrições começam no próximo dia 27 e vão até 7 de junho. A inscrição deve ser realizada pelo endereço enem.inep.gov.br/participante. A taxa de inscrição (R$ 85) deve ser paga de 27 de maio até 12 de junho. As solicitações para tratamento por nome social e para atendimento especializado devem ser apresentadas até 7 de junho. Nesta edição do "Meu Filho Na Escola", a comentarista Juliana Santos fala sobre a prova. Ouça a conversa completa!
Nesta edição de "Meu Filho na Escola", a educadora Juliana Santos repercute o caso da filha da atriz Samara Felippo, que foi vítima de ofensa racista dentro da escola. Durante a conversa, a comentarista reflete: o que fazer quando ocorrem episódios de racismo nos ambientes escolares? "A escola precisa se reposicionar pedagogicamente na luta antirracismo. Literatura, livros didáticos, debates, letramento. A escola é o lugar da diversidade e da formação de consciência cidadã por isso é tão importante repensar seu posicionamento a partir dos objetivos de aprendizagem", explica. Ouça a conversa completa!
Nesta edição de Meu Filho Na Escola, a comentarista Juliana Santos traz como destaque que o processo de aprendizagem extrapola as paredes da sala de aula. Os espaços da escola são campos abertos para ampliação do conhecimento. Na cantina, podemos falar sobre alimentação saudável, consumismo, a inserção de espaços de alimentação na escola para suprir carências sociais. Nas quadras, os cálculos de área. Nos jardins, os estudos de ciências, a arte, a literatura. Ou seja, podemos levar os estudantes a reflexões amplas. "Essa reflexão se amplia ainda mais em outros espaços sociais e culturais, como os museus. Há museus históricos, de história natural, de arte, ciência e tecnologia, interativos. Enfim, há muitas possibilidades de expandir conhecimento e dar acesso à cultura", explica. Qual a proposta do SESI Lab com a aprendizagem a partir de museus?
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