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Voltamos!
Muitos pais mandaram mensagem no perfil @meumundoautistamt pedido novas atualizações... Serão Semanais !!!
Hoje estamos abordando o que de fato estamos procurando quando levamos nossos filhos para os espaços clínicos. Quanto mais horas melhor?
Vale a pena ouvir e compartilhar!
Esse áudio é construído em cima de alguns problemas crônicos que sondam ou rodam a educação especial e com certeza não repreende a totalidade dos problemas ou soluções, no entanto, se você faz parte do corpo escolar (pais, professores, equipe técnica e gestores) vale muito a pena, pois a gente não aliviou a parte da responsabilidade de cada um.
Não gosto de dizer que existem culpados em uma estrutura que há anos sofre do descaso, mas como pesquisador da saúde e do autismo, fico preocupado com o flerte das práticas clínicas em ambiente escolar como solução para tudo.
Se atreva a assistir. Valerá muito!
Essa semana a alta gestão francesa para questões de saúde posicionou-se de forma contundente. Mais que declarar que a psicanálise não teria efeitos com evidências no autismo, ela declara que somente terapias comportamentais têm eficácia comprovada. Longe de mim defender cegamente a psicanálise que por vezes flerta com a teoria do apego ( que levou muitas mães ao pânico e a quadros de auto sabotagem) e com as constelações familiares(...), mas resumir a eficácia terapêutica a dados e gráficos sobre mudanças de comportamento... É terrível! O filósofo francês Michel Foucault ficaria horrorizado ao ver seu país dando aval aos projetos de copos dóceis e biopoder.
Esse áudio é um pouco mais longo, mas vale pegar caneta e papel para anotar tudo
Se só ouço a chapeuzinho vermelho, nunca saberei que a melhor terapia é a que funciona na singularidade de cada indivíduo
Nos últimos anos percebemos a pressão de levar as ferramentas e conhecimento da ciência ABA no ambiente escolar como fosse a grande solução ou tábua de salvação para os problemas com comportamento e ensino de pessoas neurodivergentes.
É sabido da eficiência das ferramentas mas não devem ser encerradas assim, além do mais que desloca-se a resposta aos problemas na docilização do aluno e sobre sua capacidade de aceitar parecer igual aos outros alunos.
ABA é mais uma ferramenta possível e não como influenciadores e o mercado querem vender!
Esse podcast é baseado em um ensaio do professor Alexandre Soledade
É incrível o que a condição autista se tornou em tempos de hiper informação. Redes sociais bombardeando inverdades, profissionais com profunda dificuldade em separar o que acha do que seja autismo, fora aqueles que usam dessa busca por diagnóstico uma oportunidade de fazer seguidores e clientes... Nessa esteira temos uma massa de pessoas que acredita que seu comportamento e jeito de ser é porque tem alguma condição neurodivergente.
Parte do boom do autismo pode estar associado a falsos diagnósticos, sejam eles "tirados" pela internet ou dado por profissionais que realmente precisam rever sua postura profissional.
Sempre alertamos sobre o uso do medo como instrumento ou discurso para vender, manter, justificar... No Autismo isso ficou cada vez mais claro desde o abuso de dados e estatísticas sem contextos a narrativas que jogam a responsabilidade sobre os pais sobre o fracasso ou involução terapêutica dos filhos, prática que encontra na vulnerabilidade da mãe atípica um lugar favorável a essas investidas imorais.
Esse texto é baseado em um ensaio forte do pesquisador Alexandre Soledade e serve como um alerta a todas as mães.
Entre me sentir diferente e até estranho há uma longa distância a se ter um diagnóstico, no entanto cada vez mais temos visto pessoas, com comportamentos muito comuns, inclusive aqueles que acharam no meio digital uma forma de encontrar conforto, segurança, realização, pertencimento e autonomia.
Esse podcast é baseado no ensaio chamado a patologização da evasão do professor Alexandre Soledade. Mais que uma crítica social é um alerta a buscar no diagnóstico uma justificativa para tudo, inclusive sobre a postura de alguns profissionais em validar isso como forma a ter clientes e seguidores.
E ai? Podemos mexer nas rotinas de pessoas autistas? Sim? Não?
Esse podcast vai mexer em um dos grandes tabus da condução terapêutica com pessoas neurodivergentes inclusive sobre falas como apego afetivo, vínculo terapêutico, "não pode mudar de cuidador"....
Esse trabalho é ambientado dentro de um ensaio científico produzido pelo professor Alexandre Soledade, pesquisador do autismo.
Este podcast é baseado em um ensaio com muita base científica para responder a pergunta: POSSO MUDAR ROTINAS DE ALUNOS AUTISTAS?
Essa pergunta se dá em virtude de pais e professores não se alinharem em muitas coisas quando o que ACHO e o que é VERDADE não se encontram.
Se você trabalha na escola, pense esse áudio como uma abertura de perspectivas sobre como conduzir a educação com pessoas neurodivergentes. Se você é PAI ou MÃE deixe sua mente aberta a essa possibilidade.
GRANDE maioria dos alunos TEA em escolas são GRAU 1 o que torna esse episódio ainda mais realista.
Alunos com Graus maiores também podem se beneficiar se as equipes forem melhor treinadas e capacitadas
Se gostar, compartilhe!
#educacaoespecial #tea #autismo
Após a chegada dos critérios do DSM V e sua atualização TR, muitas pessoas adultas puderam enfim chegar ao diagnóstico e essa notícia, em algumas pessoas teve um peso libertador, no entanto nem todas tem essa impressão...
Um episódio muito valioso de assistir e compartilhar
#autismoadulto #diagnisticoautismo #diagnisticotardio
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