Lembra daquele jogo de futebol em que um time teve 65% de posse de bola, mas perdeu por 2×0? Da mesma forma, no cenário dos investimentos em mídia, isso ocorre com frequência. Avaliar o desempenho de um meio apenas com base no faturamento publicitário deixa de lado inovações, possibilidades e diferenciais importantes. O rádio, por exemplo, tem mantido uma participação publicitária de 4% por mais de 5 anos, mas continua a se reinventar e a desempenhar um papel fundamental nas campanhas publicitárias, especialmente em um país do tamanho do Brasil. Esse é o assunto desta edição do Mídia & Negócios.