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Paulo Emílio Franco Prado, CEO do Grupo Plena, é o entrevistado da Temporada Minas S/A Cenários, disponível nas plataformas de O TEMPO. A empresa mineira, que começou em um açougue, tem hoje mais de 3 mil colaboradores, quatro plantas, confinamentos em Goiás e em Minas, uma transportadora e uma marca de petiscos para pets, exporta para 58 países e deve faturar perto de R$ 5,5 bilhões neste ano. Paulo conta como o grupo enfrenta a salvaguarda imposta pela China, cuja cota deste ano já foi toda usada, e diz que as vendas no mercado interno cresceram 43%. Ele assumiu o cargo em janeiro de 2025 e afirma: “eu peguei todas as turbulências possíveis do mercado”.
Minas S/A Cenários traz conversas, análises e diferentes perspectivas sobre os temas que movimentam Minas Gerais.
Glauco Freitas, presidente da Hitachi Energy Brasil, é o entrevistado da Temporada Minas S/A Cenários, disponível nas plataformas de O TEMPO. Formada em 2020, depois da compra do braço de energia da ABB pela Hitachi, a empresa está no Brasil desde 1954, tem mais de 2 mil funcionários e investe US$ 281 milhões no país, com uma nova fábrica em Pindamonhangaba (SP). Glauco diz que o Brasil tem sobreoferta de energia renovável, mas que a transmissão não acompanhou o crescimento da geração, e alerta para o risco de perder uma “janela de oportunidade gigante”. Sobre o planejamento do setor, afirma que “para estar operando em 2035, tem que fornecer em 2030”.
Daniel Mendez, presidente fundador da Sapore, é o entrevistado da Temporada Minas S/A Cenários, disponível nas plataformas de O TEMPO. Com mais de 25 mil funcionários, 1,4 mil estabelecimentos e faturamento de R$ 4,5 bilhões por ano, a empresa cresce em dois dígitos e investe em startups, robôs e em uma empresa paralela só de tecnologia. O executivo conta que um cliente da Sapore foi de 500 para 1.500 robôs e diz que a tecnologia “Não é um pilar, é um meio”.
Como os juros no Brasil podem afetar os investimentos, a Bolsa e o endividamento? No novo episódio da Temporada Minas S/A Cenários, Solange Srour, diretora de Macroeconomia Brasil, e Luciano Tello, diretor de Investimentos Brasil do UBS Global Wealth Management, analisam o cenário econômico e as perspectivas para os investidores.
Luciano comenta o desempenho das bolsas brasileira e internacionais, a influência dos juros nos Estados Unidos e o potencial de ganhos das empresas listadas na Bolsa Americana. Ele também avalia a renda fixa no Brasil, o nível de remuneração dos juros e o desempenho do petróleo em relação ao CDI.
Solange alerta para os efeitos do déficit fiscal e do alto endividamento público, das famílias e das empresas. Juros elevados por mais tempo podem desacelerar a economia, restringir o crédito e aumentar a inadimplência.
Assista à conversa e comente sua opinião: como juros, dívida pública e cenário fiscal podem influenciar os investimentos no Brasil?
O Inter - um dos maiores bancos digitais do país e que tem um super app financeiro - realiza no próximo dia 26 de setembro o Inter Invest Summit, na Arena MRV, em Belo Horizonte. E para falar sobre a segunda edição desse evento, eu converso com Alexandre Riccio, CEO do Inter no Brasil.
O Inter Invest é para todo o tipo de investidor - do iniciante ao avançado - e vai contar com palestras de Morgan Housel, autor best-seller e especialista em finanças comportamentais; Primo Pobre, CEO e Fundador do Primo Pobre; Andrey Nousi, fundador e CEO da Nousi Wealth; Arthurito Faria Lima, investidor e influenciador Digital; Guilherme Assis, fundador do Gorila; e Bruno Perini, fundador do canal Você Mais Rico.
Além disso, o CEO do Inter fala sobre a expansão da conta global do Inter, o início da operação na Argentina, atuação nos EUA e as metas de atingir 60 milhões de clientes e R$ 300 bilhões de ativos sob custódia, além das expectativas para 2027.
Igor Calvet, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é o entrevistado de hoje na temporada Minas S/A Protagonismos, disponível em todas as plataformas de O TEMPO. Com 70 anos de atividades, a entidade representa 28 montadoras que têm 53 unidades industriais instaladas no Brasil. Atualmente, o setor emprega, direta e indiretamente, 1,3 milhão de pessoas no país, alimenta uma cadeia produtiva das mais robustas, responde por 20% do Produto Interno Bruto industrial.
Com um conjunto de investimentos do setor - montadoras e autopeças - que está perto dos R$ 200 bilhões para os próximos anos, Calvet diz que não há indícios, pelo menos em conversas com a Anfavea, de descontinuidade neste momento. "No entanto, não posso fechar os olhos para o risco de ocorrer pela falta de previsibilidade", afirma.
Quando o setor anunciou os aportes, Calvet conta que o programa Mover Brasil estava deslanchando, com regras claras para importação de kits de peças completamente desmontado de veículos automotores (CKD) e dos kits de veículos semi-desmontados (SKD) para montagem final aqui, no Brasil. "Em junho, o governo federal renovou as cotas de importação desses kits para veículos eletrificados e híbridos com tarifa zero de Imposto de Importação por mais seis meses. Esse é um exemplo de medida que pode influenciar a decisão dos executivos sobre investimentos no país", alerta o dirigente da Anfavea em conversa com a jornalista Helenice Laguardia.
Raphael Lafetá, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG) e diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade da MRV, maior construtora residencial da América Latina, é o entrevistado de hoje na temporada Minas S/A Protagonismos, disponível em todas as plataformas de O TEMPO.
O Sinduscon-MG completa 90 anos de atividades, como um histórico inegável de contribuições para a melhoria da infraestrutura do Estado e presença ativa nos fóruns de discussão sobre a infraestrutura das cidades. No Brasil, o setor reúne 3.000 pequenas, médias e grandes construtoras, corresponde a 6% do PIB, tem 3 milhões de empregos diretos e funciona como termômetro e prova de crescimento econômico.
Como diretor da MRV, Lafetá contou à jornalista Helenice Laguardia que a companhia já entregou mais de 650 mil chaves, com um contingente de mais de 30 mil trabalhadores nos canteiros. "Estamos nas cinco regiões do país e em 170 cidades simultaneamente. Essa é uma experiência de mercado gigante que poucas empresas brasileiras têm, com uma operação complexa, rentável e importante para o país", disse o executivo.
Lafetá disse também que vai realizar nos dias 24, 25 e 26 de novembro, no Expominas, em Belo Horizonte, a Megaobra. É um evento com cerca de 300 expositores de toda a cadeia produtiva da construção civil para fazer business, relacionamento e, ainda, apresentar as novidades. "Teremos rodadas de negócios e palestras técnicas sobre temas de interesse como legislação, nova NR-01 etc. Aproveito para abrir o espaço do evento para os candidatos eleitos em outubro para o mandato 2027-2030, para que se apresentem para o nosso setor e possam falar sobre projetos e planos de governo para os próximos anos".
Sérgio Cavalieri, presidente do Conselho de Administração do Grupo Asamar e presidente do Conselho de Administração da Codeme Engenharia, empresa da holding mineira, é o entrevistado de hoje na temporada Minas S/A Protagonismos, disponível em todas as plataformas de O TEMPO.
A caminho dos 95 anos de muitas atividades e lições de empreendedorismo, a companhia é fruto do conselho de uma matriarca e do esforço incansável de pessoas que estão sempre em busca de inovações e não têm medo de mudar de rota para abraçar novas experiências.
Atualmente, o grupo inclui as empresas CSul Lagoa dos Ingleses, Codeme, Metro, Nova Esperança, Cermob, União Energia e Álamo, que atuam em áreas estratégicas como desenvolvimento urbano sustentável, produção de estruturas de aço para construção, plantas de energias renováveis (solar e eólica) e biomassa, reflorestamento e, ainda, segurança digital e criptografia.
Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Cavalieri conta o grupo tem avaliado as startups também. "Investimos em quatro fundos de startups para entender como funciona esse setor e se essa é uma oportunidade para que as empresas trabalhem para o grupo ASAMAR como fornecedores, parceiros ou se há perspectiva de retorno financeiro", informa.
Ciro Lima, diretor comercial da Nansen, é o entrevistado de hoje na temporada Minas S/A Protagonismos, disponível em todas as plataformas de O Tempo. Com 96 anos de história, a empresa nasceu em Belo Horizonte para produzir equipamentos hospitalares, fez uma migração bem-sucedida para o setor elétrico em 2015 e, como multinacional, acaba de ampliar sua presença no país com a inauguração de uma nova fábrica em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) com investimentos de R$ 265 milhões.
"Na visão do grupo AUX (controlador da Nansen), o Brasil é um país de oportunidades. Com tamanho continental, tem particularidades em cada região, ou seja, são vários países dentro de um, o que diversifica a produção dos equipamentos para diferentes usos e clientes", avaliou Lima, durante conversa com a jornalista Helenice Laguardia. Outra unidade industrial da Nansen é em Manaus (AM) e escritório em São Paulo.
"A fábrica de Betim está estruturada para produzir 144 mil transformadores por ano, o que corresponde a 30% do mercado nacional. Também temos um turno para entregar 1.800 carregadores (elétricos) por ano, mas podemos abrir o segundo e o terceiro turnos de trabalho. Nosso compromisso agora é vender para fazer jus ao aporte realizado", calculou o executivo da Nansen.
Sérgio Guerra, CEO do Grupo Orguel, é o entrevistado de hoje na temporada Minas S/A Protagonismos, disponível em todas as plataformas de O TEMPO. Primeira empresa do Brasil a atuar no segmento de locação de máquinas e equipamentos, a Orguel foi fundada em 1963 pelos irmãos Fábio e Francisco Guerra, nascidos em Conceição do Mato Dentro. "Eles identificaram toda a necessidade do setor de edificações e lançaram o primeiro 'one stop shop do setor', com todos os equipamentos usados em uma construção", conta Sérgio Guerra, em entrevista à jornalista Helenice Laguardia. Em 1978, o Grupo Orguel criou a Mecan, que possibilitou oferecer, além de venda e locação, soluções para montagem e desmontagem, manutenção, treinamentos, logística, assistência técnica e projetos de engenharia. "Somos líderes na fabricação de andaimes e escoramentos na América Latina", comemora o executivo. "Temos sede administrativa em Belo Horizonte e mais 12 centros de distribuição (CD), sendo quatro em São Paulo (capital, São José dos Campos, Ribeirão Preto e Campinas) e outros em Fortaleza, Recife, Salvador, Vitória, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre. Planejamos abrir uma nova unidade em Santa Catarina, para aumentar nossa presença no Sul do país e também reabrir uma filial no Pará", informa.
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