Deus sempre quis habitar no meio do seu povo, porém é ele que estabelece as regras. Sempre foi e semre será nas condições de santidade dele. Por isso ele ordenou a construção do tabernáculo para acomodar a sua presença de acordo com seu modelo de adoração, separando santo do profano.
O sumo sacerdote era essencial nesse processo. Ele chamava o povo para o arrependimento e clamava pelo perdão.
Sua função era remover a iniquidade de Israel de dentro do Santuário. O sacerdote precisava estar disposto a morrer pelo povo! Ele era responsável pelo povo e simultaneamente o povo era responsável por ele.
O sumo sacerdote era totalmente dedicado ao Senhor a ponto dele usar em sua vestimenta uma placa dourada colada no turbante com a inscrição “Santo ao Senhor".
Somos também sacerdotes! Temos que entender esse conceito de santidade. Nunca sejamos "santos" aos nossos próprios olhos! É fundamental reconhecer a nossa real condição de pecador e dependência da graça de Deus.
As palavras "Santo ao Senhor" indicavam a propriedade exclusiva de Deus sobre Aarão.
Ser santo não é viver num monastério alienado a tudo! Ser santo é entender que santidade não se profana quando toca com amor, aquele que é sujo e doente.
Santidade é servir ao propósito do Senhor e não ao nosso interesse.