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A montadora e diretora Cristina Amaral e a pesquisadora Cláudia Mesquita falam sobre a montagem no documentário, pensando nas modulações do tempo e nas possibilidades autorais da figura que se dedica a esse ofício. Com base em suas trajetórias individuais, ambas refletem sobre a criação dos filmes Serras da desordem (2006), dirigido por Andreas Tonacci e montado por Cristina Amaral, e Abá (1992), cuja direção é de Amaral com Raquel Gerber.
A conversa também contempla o pensamento do crítico de cinema Paulo Emílio (1916-1977) sobre a produção cinematográfica, relacionando-o com as discussões atuais sobre o cinema decolonial e a importância absoluta de consumir produtos nacionais na formação de cineastas brasileiros para a construção de um processo cultural que cumpra uma função precisa para com o seu país.
Conversa realizada remotamente em 2022.
A montadora e diretora Cristina Amaral e a pesquisadora Cláudia Mesquita falam sobre a montagem no documentário, pensando nas modulações do tempo e nas possibilidades autorais da figura que se dedica a esse ofício. Com base em suas trajetórias individuais, ambas refletem sobre a criação dos filmes Serras da desordem (2006), dirigido por Andreas Tonacci e montado por Cristina Amaral, e Abá (1992), cuja direção é de Amaral com Raquel Gerber.
A conversa também contempla o pensamento do crítico de cinema Paulo Emílio (1916-1977) sobre a produção cinematográfica, relacionando-o com as discussões atuais sobre o cinema decolonial e a importância absoluta de consumir produtos nacionais na formação de cineastas brasileiros para a construção de um processo cultural que cumpra uma função precisa para com o seu país.
Conversa realizada remotamente em 2022.