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Em janeiro de 1966 um acidente aéreo daria início a dias de tensão. Um B-52 carregando quatro bombas de hidrogênio caiu no sul da Espanha, contaminando uma imensa área com radiação. No episódio dessa semana conto um pouco sobre o Acidente Palomares, suas causas e consequências para o mundo. Venha conhecer um dos momentos tensos da Guerra Fria.
Bibliografia:
PHILIPPS, Dave. Decades Later, Sickness Among Airmen After a Hydrogen Bomb Accident. The New York Times, [S. l.], p. 1, 19 jun. 2016. Disponível em: https://www.nytimes.com/2016/06/20/us/decades-later-sickness-among-airmen-after-a-hydrogen-bomb-accident.html. Acesso em: 15 jan. 2023.
MEGARA, John. DROPPING NUCLEAR BOMBS ON SPAIN: THE PALOMARES ACCIDENT OF 1966 AND THE U.S. AIRBORNE ALERT. Orientador: Max Paul Friedman. 2006. 99 f. Conclusão de Curso (Degree of Master of Arts) - THE FLORIDA STATE UNIVERSITY, Tallahassee, 2006. Disponível em: https://web.archive.org/web/20080226223704/http://etd.lib.fsu.edu/theses/available/etd-04102006-115019/unrestricted/jmm_thesis.pdf. Acesso em: 15 jan. 2023.
Trilha:
Jaws, John Willians.
50 anos atrás, em 1973, uma guerra afundaria o mundo em uma crise causada por uma commodity, o petróleo. A Crise Petrolífera de 1973 abalou as estruturas da economia global por anos, enriquecendo alguns países e afundando outros em uma alta inflação. No primeiro episódio de 2023 abordo rapidamente os antecedentes e as consequências da Crise comentando como ações do Brasil e dos Estados Unidos para enfrentar a crise. Venha conhecer um pouco mais de um dos eventos marcantes do século XX.
Bibliografia
CLEMENTE, N/A. Nixon reduz limite de velocidade nas pistas. Correio Braziliense, Brasilia, n. 4297, p. 7, 3 jan. 1974. Disponível em: https://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=028274_02&pesq=Nixon&pasta=ano%20197&hf=memoria.bn.br&pagfis=42771. Acesso em: 3 jan. 2023.
ATAQUE no dia judeu do perdão. Folha de São Paulo , Folha de São Paulo, 7 out. 1973. Exterior, p. 2. Disponível em: https://acervo.folha.com.br/leitor.do?numero=4900&anchor=4370179&origem=busca&originURL=&pd=e74dac7a7808e141e68f4eec7afa5006. Acesso em: 7 jan. 2023.
MELO, Isabela Estermínio de. AS CRISES DO PETRÓLEO E SEUS IMPACTOS SOBRE A INFLAÇÃO DO BRASIL. Orientador: Luiz Roberto Azevedo Cunha. 2008. 35 p. MONOGRAFIA DE FINAL DE CURSO (Bacharelado em economia) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2008. Disponível em: https://www.econ.puc-rio.br/uploads/adm/trabalhos/files/Isabela_Esterminio_de_Melo.pdf. Acesso em: 7 jan. 2023.
PAINTER, David S. Oil and Geopolitics:: The Oil Crises of the 1970s and the Cold War. Historical Social Research, [s. l.], v. 39, n. 4, p. 186-208, 2014. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/24145533#metadata_info_tab_contents. Acesso em: 3 jan. 2023.
No episódio dessa semana, e segundo da nossa série sobre a Era Vargas, busquei falar sobre o governo provisório de Vargas e o início de seu governo legítimo. Comentei sobre o processo de constitucionalização do governo passando pela Revolução Constitucionalista de São Paulo. Por fim falei da radicalização política do país, do levante comunista e do endurecimento do regime varguista.
Bibliografia:
SKIDMORE, Thomas E.. Brasil : de Castelo a Tancredo, 1964-1985. 4. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991. 608p
Em 1930 o Brasil passaria por um evento que mudaria a história nacional, uma revolução que romperia com a política oligárquica dominante. A Revolução de 30 marcou a chegada de Getúlio Vargas à presidência do país, cargo que ocuparia por 15 anos, tornando-se o presidente com maior tempo no poder. No episódio desta semana irei comentar um pouco sobre os antecedentes da Revolução e sobre o golpe em si, além de tentar explicar brevemente os grupos que compunham o movimento e, claro, a figura de Vargas.
Bibliografia:
FERREIRA, Marieta de Moraes; PINTO, Surama Conde Sá. A Crise dos anos 20 e a Revolução de Trinta. Rio de Janeiro: CPDOC, 2006. 26f
SKIDMORE, Thomas E.. Brasil : de Castelo a Tancredo, 1964-1985. 4. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991. 608p
Fome, desigualdade, miséria e violência estavam no cotidiano da vida de grande parte população brasileira. Surgiu um homem disposto a lutar por uma sociedade mais igualitária e cristã, e ele era Antônio Conselheiro. Conselheiro construiu em Canudos uma quase utopia socialista-cristã e lutou contra a miséria e dominação política. Sua luta pelos mais pobres levariam a sua destruição em um ato de covardia e violência estatal. Nesse episódio falei um pouco sobre como a Guerra de Canudos é um dos marcos de nossa história e que deve ser relembrada e estudada.
Bibliografia:
MONIZ, Edmundo. A guerra social de Canudos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978. 282 p.
MONIZ, Edmundo. Canudos: a luta pela terra. 4. ed. rev. e ampl. São Paulo: Global, 1986. 110p. (História popular; 1) ISBN 8526000772 (broch.).
PAES, Fábio. Salve Canudos. Rio de Janeiro: 1995. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=lVdOPJW9bnc&t=1s
Música: Salve Canudos, Fábio Paes
103 anos atrás milhares de indianos se encontraram em uma praça na região do Punjab para protestar contra o autoritarismo britânico. No fim do dia centenas de pessoas estariam mortas e mais de mil feridos. O episódio dessa semana conta a história do Massacre de Punjab, um dos atos repressivos que o Reino Unido realizou durante o seu domínio da atual Índia. Busquei, além de contar os fatos, propor uma reflexão sobre porque algumas mortes “valem mais que outras”.
Bibliografia: PLETCHER, Kenneth. Jillianwal Bagh Massacre. [S. l.: s. n.], 2022. Disponível em: https://www.britannica.com/event/Jallianwala-Bagh-Massacre. Acesso em: 26 out. 2022.
No dia 29 de outubro de 2022 a Marcha Sobre Roma fará aniversário de 100 anos. Será o primeiro centenário desde que as ideias fascistas surgiram e marcaram negativamente o mundo. No episódio desta semana falo um pouco sobre o que foi o fascismo, quem foi Benito Mussolini e como a Itália tornou-se o primeiro país fascista do mundo. De forma simples tento explicar o antes e depois de 1922 de forma a mostrar como o movimento de Mussolini alcançou o poder, até mesmo com apoio daqueles que defendiam uma democracia. Por fim, falei rapidamente sobre a situação do neofascismo na Itália de 2022.
Errata: No início do episódio eu falo que o aniversário de 100 anos é no dia 29, porém é no dia 28. Desculpe
Bibliografia:
O QUE é o fascismo?. Roteiro: Filipe Figueiredo. [S. l.: s. n.], 2020. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=kros-1kU1Qc. Acesso em: 23 out. 2022.
PAYNE, Stanley G. The Rise of Italian Fascism, 1919–1929. In: PAYNE, Stanley G. A History of Fascism 1914–1945. [S. l.]: Taylor & Francis e-Library, 2003. cap. 4.
PASSMORE, Kevin. Italy: making history with the fist. In: PASSMORE, Kewin. Fascism: A Very Short Introduction. [S. l.]: Oxford University Press, 2002. cap. 4, p. 50-62.
“Para a boca do inferno cavalgaram os seiscentos”. Assim o poema A Carga da Brigada Ligeira descreve o ataque da cavalaria leve britânica em outubro de 1854. Eu falo sobre esse evento no episódio de hoje, tentando dar um rápido panorama sobre a Guerra da Crimeia e a Batalha de Balaclava. O ataque britânico entrou para a história como um ato de sacrifício heróico, mas será que foi um sacrifício com frutos? Venha conhecer esse evento no nosso episódio dessa semana.
Bibliografia:
https://newspapers.library.wales/view/3753760/3753766/57/Morgan. Acesso em: 16 out. 2022.
RAUGH JR, Harold E. Battle of Balaklava. In: RAUGH JR, Harold E. The Victorians at War, 1815-1914: An Encyclopedia of British Military History. Santa Barbara: ABCCLIO, 2004.
Música: The Trooper, Iron Maiden
No episódio dessa semana falei rapidamente sobre o Cerco a Viena em 1683, quando os Otomanos tentaram conquistar a capital do Sacro Império. As poderosas tropas otomanas mantiveram bravamente um cerco contra Viena, mas as muralhas austríacas resistiram. De forma quase milagrosa milhares de soldados alados surgiram perante os soldados otomanos, mudando o rumo da batalha. Escute o episódio e conheça mais sobre esses soldados com asas!
Bilbiografia: WHEATCROFT, Andrew. The Enemy at the Gate: Habsburgs Ottomans and the Battle for Europe. Nova York: Basic Books, 2008. 339 p.
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