Na Vibe do Disco
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Na Vibe do Disco episodes

  • Acerto de contas | Na Vibe do Disco #64
    Depois de umas semanas sem gravar, a gente voltou pra botar em dia as discografias que estão rolando: The Killers, The Strokes, Bride, Petra e Weezer, além do disco novo do PG.

    Tem discordância de 2012 voltando pra mesa e um disco do Strokes que rendeu desabafo.

    Dá o play e vem ouvir com a gente.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 The Killers (2012) Battle Born
    💿 The Killers (2017) Wonderful Wonderful
    💿 The Strokes (2026) Reality Awaits
    💿 The Strokes (2013) Comedown Machine
    💿 Bride (1987) Show No Mercy
    💿 Bride (1988) Live to Die
    💿 Bride (1989) Silence Is Madness
    💿 Bride (1991) Kinetic Faith
    💿 Petra (1974) Petra
    💿 Petra (1977) Come and Join Us
    💿 Petra (1979) Washes Whiter Than
    💿 Petra (1981) Never Say Die
    💿 Petra (1982) More Power to Ya
    💿 Weezer (2016) Weezer (White Album)
    💿 Weezer (2014) Everything Will Be Alright in the End
    💿 Weezer (2005) Make Believe
    💿 Weezer (2008) Weezer (Red Album)
    💿 PG (2026) De Volta ao Começo

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    53 min
  • Quem volta, volta diferente | Na Vibe do Disco #63
    Na Semana 77 o Alabama Shakes voltou depois de 11 anos sem disco, e voltou diferente. O Thiago, fã dos dois primeiros álbuns, esperava outra coisa e saiu meio dividido. O Felipe mal lembrava da banda e gostou da psicodelia e do falsete da Brittany Howard.

    Brandon Flowers foi pra Nashville gravar com músicos veteranos e THRASHER saiu um country de verdade, cheio de histórias de gente comum. O Thiago, que acompanha o Killers desde quando eles tocavam pra 30 pessoas num bar, ficou preso no disco. O Felipe estranhou no começo e terminou convencido de que esse cara canta qualquer coisa.

    Steven Curtis Chapman chega ao terceiro disco mais meloso e oitentista, com I Will Be Here no meio. O Interpol ficou pra semana que vem porque nenhum dos dois tinha ouvido o suficiente. E o bônus do James Hunter Six, achado do Thiago no catálogo da Easy Eye do Dan Auerbach, foi a surpresa da semana.

    Dá o play e vem ouvir com a gente.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Alabama Shakes (2026) I Must Be Dreaming
    💿 Interpol (2026) This Mirror Weighs a Ton
    💿 Brandon Flowers (2026) THRASHER
    💿 Steven Curtis Chapman (1989) More to This Life
    💿 The James Hunter Six (2026) Off the Fence

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Interpol (2026) This Mirror Weighs a Ton
    💿 Paramore (2005) All We Know Is Falling
    💿 Guardian (1997) Bottle Rocket
    💿 boy pablo (2018) Soy Pablo
    💿 The Animeros (2026) ¡Qué Bárbaro!
    💿 Nye Banfield (2023) Characters

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    38 min
  • Discografias em dia | Na Vibe do Disco #62
    Depois de umas semanas sem gravar, a gente voltou pra botar as discografias em dia. A Semana 75 abre com o Mountain Boy e o folk tranquilo do The Days, um disco que não vai mudar sua vida, mas faz bem pro dia.

    Na sequência, o White Album traz o Weezer de volta à melhor forma depois de uma fase difícil. O Rev Theory volta ao nosso radar com o Where We Belong, em parceria com o guitarrista Julien Jørgensen, e um som bem diferente do que a gente lembrava.

    E pra fechar, o Wonderful Wonderful do The Killers vira um teste de paciência: tem The Man, tem até o Woody Harrelson numa faixa, mas sobra pouca música pra lembrar.

    Dá o play e vem ouvir com a gente.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Mountain Boy (2024) The Days
    💿 Weezer (2016) White Album
    💿 Rev Theory & Julien Jørgensen (2026) Where We Belong
    💿 The Killers (2017) Wonderful Wonderful

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Jon Batiste (2026) Black Mozart
    💿 Petra (1982) More Power to Ya
    💿 Lawrence (2017) Breakfast
    💿 Bride (1991) Kinetic Faith

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    31 min
  • Da rua ao campo | Na Vibe do Disco #61
    Semana 61 é um episódio de extremos. Começamos com Weezer tentando algo novo no Red Album, acertando em partes. Passamos pelos australianos The Paper Kites, que fazem um folk íntimo perfeito pra dias nublados. 

    No meio da semana, um dos maiores debuts da história do indie rock: Arctic Monkeys chegando com Whatever People Say I Am, That's What I'm Not e arrancando um 5 estrelas. Depois, Josh Garrels leva a gente numa jornada épica de mais de uma hora entre o folk, o hip-hop e o orquestral. 

    E pra fechar, The Lone Bellow entregando outro 5 estrelas com soul, country e muita alegria genuína. Uma semana que vai de Sheffield a Muscle Shoals.  

    Dá o play e vem ouvir com a gente.

    Discos discutidos no episódio:                         
    💿 Weezer (2008) The Red Album                                                                                                       💿 The Paper Kites (2013) States                                                                                                         💿 Arctic Monkeys (2006) Whatever People Say I Am, That's What I'm Not
    💿 Josh Garrels (2011) Love & War & The Sea In Between                                                                 💿 The Lone Bellow (2026) What a Time to Be Alive                                                                                                                   
    Discos escolhidos pra próxima semana:                                                                                              💿 Colony House (2020) Leave What's Lost Behind                                                                           💿 Steven Curtis Chapman (1988) Real Life Conversations   
    💿 Soulive (2018) Cinematics Vol. 1                                                                                                     💿 Soulive (2024) Cinematics Vol. 2
    💿 Mumford & Sons (2026) Prizefighter                                                                                               💿 Bruno Mars (2026) The Romantic                                                                                                                                   
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    57 min
  • Raízes e revelações | Na Vibe do Disco #60
    Tem discos que a gente volta por amor, mas tem discos que chegam sem avisar e te pegam de surpresa. Essa semana, os dois tipos dividiram o mesmo episódio, e a distância entre eles foi enorme.

    Petra chegou com Hope carregando mais de quarenta anos de história no rock cristão. A voz ainda é linda, o DNA da banda está lá, mas a sensação foi de uma visita afetiva a um lugar que não guarda mais a mesma eletricidade de antes. Uma boa lembrança, não uma urgência.

    Willowbank Grove surgiu sem que a gente soubesse o que esperar. The Masquerade é uma pancada de indie rock australiano. Potência, vocal feminino que vai fundo, produção que impressiona de verdade. A descoberta do tipo que faz questionar por que ainda não eram conhecidos antes.

    O Hot Fuss do The Killers é o disco que liga o rock dos anos 2000 a quem a gente era quando tudo isso ainda estava se formando, incluindo essa amizade. Reouvir é quase um ritual. 

    E Switchfoot entregou interrobang, um disco que cansa antes de terminar. Melodias sem luz, escolhas que confundem, a sensação de que uma banda boa pode, sim, fazer algo muito ruim de verdade.

    Um episódio sobre o que resiste ao tempo. E o que aparece de surpresa pra substituir tudo o que a gente esperava.

    Dá o play e vem ouvir com a gente.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Petra (2026) Hope
    💿 Willowbank Grove (2024) The Masquerade
    💿 The Killers (2024) Hot Fuss
    💿 Switchfoot (2021) interrobang

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Weezer (2008) The Red Album
    💿 The Paper Kites (2013) States
    💿 Arctic Monkeys (2006) Whatever People Say I am, That’s What I’m Not
    💿 Josh Garrels (2011) Love & War & The Sea in Between
    💿 The Lone Bellow (2026) What a Time to Be Alive

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    49 min
  • Top 10 álbuns de 2025 (os nossos, não os do mundo)
    Depois de semanas sem episódio, a gente volta do jeito mais honesto possível: tentando decidir o que merece continuar tocando.

    Neste episódio, Felipe e Thiago encaram o desafio de montar seus Top 10 álbuns de 2025, mas sem a pretensão de cobrir “tudo que saiu”. Aqui entram apenas os discos que realmente ficaram — os que voltaram no play, os que criaram vínculo, os que sobreviveram ao tempo e ao pulo de faixa.

    Tem método, tem feeling, tem álbum que cresceu, outros que decepcionaram, menções honrosas e escolhas que dizem muito mais sobre a fase da vida do que sobre rankings.

    Aperta o play — e vê o que ainda faz sentido ouvir.

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Petra (2026) Hope
    💿 Willowbank Grove (2024) The Masquerade
    💿 The Killers (2004) Hot Fuss
    💿 Switchfoot (2021) interrobang

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    1 hr 1 min
  • Discos que pedem contexto | Na Vibe do Disco #59
    O primeiro episódio do ano não chega com respostas prontas — chega com escuta, memória e contraste.

    No episódio 59, a gente atravessa quatro discos que falam de tempos diferentes, mas conversam entre si pela sensação que provocam. Do início dos anos 2000 até lançamentos recentes, este episódio é sobre revisitar, descobrir e entender por que certos sons continuam fazendo sentido.

    Começamos com Australia (2000), de Howie Day, um retrato muito específico do pop rock alternativo do começo do milênio — cheio de timbres, melodias e emoções que denunciam exatamente a década em que nasceu.

    Depois, entramos no clima setentista e confortável de Give Me All Your Love (2025), de Don West, um disco curto, elegante e fácil de ouvir, que mistura soul, R&B e funk com aquela sensação de som atemporal.

    O episódio também marca o reencontro com Andrew Bird, em Things Are Really Great Here, Sort Of… (2014) — um álbum mais íntimo, estranho em alguns momentos, menos imediato, mas que provoca reflexão e pede tempo para crescer no ouvido.

    Fechamos com Sonny Dread (2025), de Sonny Sandoval, um disco solo profundamente influenciado pelo reggae, mas que carrega identidade, fé, mensagens positivas e a mistura de estilos que sempre marcou sua trajetória.

    Entre notas, memórias, comparações e discordâncias saudáveis, o episódio 59 é sobre ouvir com calma, entender por que gostamos do que gostamos — e preparar o terreno para a grande retrospectiva musical de 2025.

    🎶 Dá o play e vem ouvir com a gente.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Howie Day (2000) Australia
    💿 Don West (2025) Give Me All Your Love
    💿 Andrew Bird (2014) Things Are Really Great Here, Sort Of…
    💿 Sonny Sandoval (2025) Sonny Dread

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    47 min
  • A gente perdeu a linha no Natal | Na Vibe do Disco #58
    No episódio #58 do Na Vibe do Disco, Felipe e Thiago mergulham numa overdose de discos natalinos, clássicos incontestáveis, álbuns espirituais, releituras inesperadas e algumas descobertas que ninguém estava preparado para ouvir.

    Tem trilha sonora introspectiva, tem voz que virou referência definitiva de Natal, tem worship na medida certa, tem jazz elegante, tem álbum feito inteiro por uma pessoa só — e tem aquele momento clássico em que a conversa descarrila completamente, porque já era pra ter parado de ouvir música de Natal… mas ninguém teve coragem.

    Entre notas máximas, memórias pessoais, ideias que talvez nunca saiam do papel e escolhas totalmente no escuro para o próximo episódio, esse programa é o retrato fiel de quando o Natal acaba, mas a vibe insiste em ficar.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Josh Garrels (2025) Forevergreen
    💿 Nat King Cole (1962) The Christmas Song
    💿 Frank Sinatra (1957) A Jolly Christmas from Frank Sinatra
    💿 For King & Country (2021) A Drummer Boy Christmas 
    💿 Tom Chaplin (2017) Twelve Tales of Christmas
    💿 Lauren Daigle (2023) Behold - A Christmas Collection
    💿 Josh Wilson (2023) Behold - A Christmas Collection

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Howie Day (2000) Australia
    💿 Howie Day (2000) Australia
    💿 Andrew Bird (2014) Things Are Really Great Here, Sort Of…
    💿 Sonny Sandoval (2025) Sonny Dread

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    42 min
  • Nem todo disco aguenta o contraste | Na Vibe do Disco #57
    O episódio 57 é um mergulho direto no espírito do Natal, mas não em uma versão só dele. Aqui, a música aparece como festa, como introspecção, como tradição e também como contraste.

    De um lado, a celebração coletiva e calorosa de Bryan Adams em A Great Big Holiday Jam, um disco feito de encontros, risadas e energia. Do outro, o recolhimento quase meditativo de Kevin Max em Winter Woods, onde a melancolia não pesa — ela aprofunda. No meio do caminho, Weezer entrega um disco que passa sem deixar muito rastro, enquanto Wilder Woods surge como um dos grandes destaques do episódio: música quente, viva, dessas que pedem replay.

    Fechando o clima natalino, Laufey prova que idade não define maturidade artística em A Very Laufey Holiday: jazz clássico, produção impecável e uma voz que parece ter atravessado décadas. 

    Um episódio para ouvir sem pressa, como pede a época — deixando a música fazer o que ela sabe melhor: acompanhar.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Bryan Adams (2025) A Great Big Holiday Jam
    💿 Kevin Max (2022) Winter Woods
    💿 Weezer (2005) Make Believe
    💿 Wilder Woods (2019) Wilder Woods
    💿 Laufey (2025) A Very Laufey Holiday

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Josh Garrels (2025) Forevergreen
    💿 Nat King Cole (1962) The Christmas Song
    💿 Frank Sinatra (1957) A Jolly Christmas from Frank Sinatra
    💿 For King & Country (2021) A Drummer Boy Christmas 
    💿 Tom Chaplin (2017) Twelve Tales of Christmas
    💿 Lauren Daigle (2023) Behold - A Christmas Collection
    💿 Josh Wilson (2023) Behold - A Christmas Collection

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    46 min
  • Clássicos que aquecem, novidades que surpreendem | Na Vibe do Disco #56
    No episódio 56, o Natal aparece em camadas. Começamos pelo conforto absoluto de The Andy Williams Christmas Album: um clássico que atravessa décadas sem perder calor, elegância ou propósito. Jazz de sala iluminada, tradição no melhor sentido da palavra — daquelas que não cansam.

    O caminho segue para a surpresa delicada de Full Rainbow of Light, de Tim Baker, um disco natalino original, introspectivo e corajoso, que troca grandiosidade por sentimento e ainda flerta com pequenas tensões que tornam tudo mais interessante. A energia muda mais uma vez com Space Girl, do Reliably Bad, um mergulho viciante em jazz, funk e soul — música viva, bem arranjada, feita para durar. E fechamos com a tradição ensolarada de this is our Christmas album, do Switchfoot: Natal na praia, leve, familiar, daqueles discos que já viraram ritual.

    Um episódio sobre aconchego, descoberta e repetição consciente. Porque às vezes a melhor forma de ouvir algo novo é saber exatamente o que você quer sentir.

    Discos discutidos no episódio:
    💿 Andy Williams (1963) The Andy Williams Christmas Album
    💿 Tim Baker (2025) Full Rainbow of Light (Deluxe Edition)
    💿 Reliably Bad (2021) Space Girl
    💿 Switchfoot (2022) this is our Christmas album

    Discos escolhidos pra próxima semana:
    💿 Bryan Adams (2025) A Great Big Holiday Jam
    💿 Kevin Max (2022) Winter Woods
    💿 Weezer (2005) Make Believe
    💿 Wilder Woods (2019) Wilder Woods
    💿 Laufey (2025) A Very Laufey Holiday

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    Music track: Too Late by Moavii
    Source: https://freetouse.com/music
    Vlog Music for Video (Free Download)
    44 min

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"Na Vibe do Disco" é um podcast criado por Thiago Messias e Felipe Xavier, onde eles se aprofundam no vasto universo da música, explorando semanalmente diferentes álbuns em busca de novas perspectivas…